terça-feira, 31 de março de 2015
segunda-feira, 30 de março de 2015
olha que fofinhos
a Carris acaba de agendar uma greve de 24 horas para o mesmo dia em que está agendada a greve de 24 horas do Metropolitano de Lisboa. dia 10 de Abril. sexta-feira. que conveniente, hã?
baby boom report
e mais um/a a somar a esta contagem!
chega em Novembro e até fiquei de lágrimas nos olhos quando soube. de tão feliz.
chega em Novembro e até fiquei de lágrimas nos olhos quando soube. de tão feliz.
onde é que falhámos, para vivermos num mundo onde há crianças que só conhecem a guerra?
Uma fotojornalista partilhou, no Twitter, uma imagem tirada na Síria,
onde se vê uma menina com os braços levantados, como se se estivesse a
render, depois de ter confundido a máquina fotográfica com uma arma.
sexta-feira, 27 de março de 2015
#ossos_do_ofício
a diferença entre o conceito de "literatura" no contexto da Medicina/Saúde e o meu conceito de "literatura"... a minha literatura é tudo menos "evidência".
quinta-feira, 26 de março de 2015
das leituras
ando há três meses (ou seja, desde o início do ano) a ler passear o mesmo livro.
não é que não seja interessante, que é...
não é que tenha deixado de andar de transportes, que não deixei...
não é que me esqueça do calhamaço em casa, que não esqueço... trago-o religiosamente comigo todos os dias no saco onde guardo também a marmita do almoço...
o que acontece é que raramente me tem apetecido sacar dele e ler. são fases, senhor, são fases...
a minha média de leituras em 2015 vai ser, claramente, fraquinha, a julgar por este primeiro trimestre...
PÁRA TUDO!!!
a partir de hoje, em Portugal, passa a ser possível comprar na H&M on-line.
o (meu) mundo nunca mais será o mesmo!
o (meu) mundo nunca mais será o mesmo!
quarta-feira, 25 de março de 2015
terça-feira, 24 de março de 2015
35
estão a mês e meio de distância... tirei o dia de férias. quero mimar-me. preciso mimar-me.
pedido de ajuda: onde se fazem limpezas de pele/rosto B&B (boas e baratas)?
contem-me tudo... acho que nunca fiz nenhuma. e são 35, caraças!
pedido de ajuda: onde se fazem limpezas de pele/rosto B&B (boas e baratas)?
contem-me tudo... acho que nunca fiz nenhuma. e são 35, caraças!
os poetas não morrem
No sorriso louco das mães batem as leves
gotas de chuva. Nas amadas
caras loucas batem e batem
os dedos amarelos das candeias.
Que balouçam. Que são puras.
Gotas e candeias puras. E as mães
aproximam-se soprando os dedos frios.
Seu corpo move-se
pelo meio dos ossos filiais, pelos tendões
e órgãos mergulhados,
e as calmas mães intrínsecas sentam-se
nas cabeças filiais.
Sentam-se, e estão ali num silêncio demorado e apressado,
vendo tudo,
e queimando as imagens, alimentando as imagens,
enquanto o amor é cada vez mais forte.
E bate-lhes nas caras, o amor leve.
O amor feroz.
E as mães são cada vez mais belas.
Pensam os filhos que elas levitam.
Flores violentas batem nas suas pálpebras.
Elas respiram ao alto e em baixo. São
silenciosas.
E a sua cara está no meio das gotas particulares
da chuva,
em volta das candeias. No contínuo
escorrer dos filhos.
As mães são as mais altas coisas
que os filhos criam, porque se colocam
na combustão dos filhos, porque
os filhos estão como invasores dentes-de-leão
no terreno das mães.
E as mães são poços de petróleo nas palavras dos filhos,
e atiram-se, através deles, como jactos
para fora da terra.
E os filhos mergulham em escafandros no interior
de muitas águas,
e trazem as mães como polvos embrulhados nas mãos
e na agudeza de toda a sua vida.
E o filho senta-se com a sua mãe à cabeceira da mesa,
e através dele a mãe mexe aqui e ali,
nas chávenas e nos garfos.
E através da mãe o filho pensa
que nenhuma morte é possível e as águas
estão ligadas entre si
por meio da mão dele que toca a cara louca
da mãe que toca a mão pressentida do filho.
E por dentro do amor, até somente ser possível
amar tudo,
e ser possível tudo ser reencontrado por dentro do amor.
gotas de chuva. Nas amadas
caras loucas batem e batem
os dedos amarelos das candeias.
Que balouçam. Que são puras.
Gotas e candeias puras. E as mães
aproximam-se soprando os dedos frios.
Seu corpo move-se
pelo meio dos ossos filiais, pelos tendões
e órgãos mergulhados,
e as calmas mães intrínsecas sentam-se
nas cabeças filiais.
Sentam-se, e estão ali num silêncio demorado e apressado,
vendo tudo,
e queimando as imagens, alimentando as imagens,
enquanto o amor é cada vez mais forte.
E bate-lhes nas caras, o amor leve.
O amor feroz.
E as mães são cada vez mais belas.
Pensam os filhos que elas levitam.
Flores violentas batem nas suas pálpebras.
Elas respiram ao alto e em baixo. São
silenciosas.
E a sua cara está no meio das gotas particulares
da chuva,
em volta das candeias. No contínuo
escorrer dos filhos.
As mães são as mais altas coisas
que os filhos criam, porque se colocam
na combustão dos filhos, porque
os filhos estão como invasores dentes-de-leão
no terreno das mães.
E as mães são poços de petróleo nas palavras dos filhos,
e atiram-se, através deles, como jactos
para fora da terra.
E os filhos mergulham em escafandros no interior
de muitas águas,
e trazem as mães como polvos embrulhados nas mãos
e na agudeza de toda a sua vida.
E o filho senta-se com a sua mãe à cabeceira da mesa,
e através dele a mãe mexe aqui e ali,
nas chávenas e nos garfos.
E através da mãe o filho pensa
que nenhuma morte é possível e as águas
estão ligadas entre si
por meio da mão dele que toca a cara louca
da mãe que toca a mão pressentida do filho.
E por dentro do amor, até somente ser possível
amar tudo,
e ser possível tudo ser reencontrado por dentro do amor.
Herberto Hélder
segunda-feira, 23 de março de 2015
eh pá desculpem, mas não me venham dizer que isto não é um baby boom...
e que não há "anos de grávidas". Há, e 2015 é um deles, definitivamente!
Acabou de me nascer, esta manhã, mais um "sobrinho". Bem-vindo ao mundo "Bas".
Na minha empresa há uma quantidade anormal de grávidas (sendo que só no meu departamento, em três mulheres, sou a única não grávida) e de colegas actualmente em licença de maternidade.
Em Abril chega o Lourenço.
Em Maio, a Margarida (tenho apostado que vai chegar a 11, como eu).
Em Junho, o Afonso.
Em Agosto, nascerá mais uma "sobrinha" do coração.
é o tempo a fazer aquilo que lhe compete. o mundo a girar. a vida a acontecer. literalmente.
Acabou de me nascer, esta manhã, mais um "sobrinho". Bem-vindo ao mundo "Bas".
Na minha empresa há uma quantidade anormal de grávidas (sendo que só no meu departamento, em três mulheres, sou a única não grávida) e de colegas actualmente em licença de maternidade.
Em Abril chega o Lourenço.
Em Maio, a Margarida (tenho apostado que vai chegar a 11, como eu).
Em Junho, o Afonso.
Em Agosto, nascerá mais uma "sobrinha" do coração.
é o tempo a fazer aquilo que lhe compete. o mundo a girar. a vida a acontecer. literalmente.
quinta-feira, 19 de março de 2015
mãe-pai
neste dia, penso sempre nas mães que são também pais, como a minha é há demasiado tempo...
neste dia, e agora que já me lês: gosto muito de ti, minha mãe-pai!
neste dia, e agora que já me lês: gosto muito de ti, minha mãe-pai!
segunda-feira, 16 de março de 2015
e a chuva prevista para o fds? é preciso ter pontaria
é que bastou falar em férias/dias de descanso, irra!
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