sexta-feira, 30 de setembro de 2016

tanta coisa a acontecer e eu... eu sinto-me (finalmente?) a adultecer (com algumas dores de crescimento pelo meio)

ontem pesei-me e descobri que estou 4 kg mais magra do que antes de engravidar da maria. sem grande esforço ou obsessão (mas com grandes mudanças na alimentação) atingi o meu objetivo em termos de peso: 60 kg. Aos 58 kg (o meu peso de sempre pré-gravidezes) já nem me interessa chegar. sinto-me bem assim e sei que as mudanças de comportamento já se tornaram estilo de vida.

hoje pela primeira vez o meu coração encolheu ao deixar o meu filho na escola. deixei-o mais cedo e, ao invés de ficar na sua sala, ficou no recreio (gigante!) com os meninos do 1º ciclo (gigantes!) à mistura. observei-o das grades enquanto ele procurava os meninos com que se sente mais à vontade. juntou-se a um amiguinho dos treinos de futebol, mas foi quando viu o V., o seu novo amigo de sala, que os olhinhos brilharam, me lançou um feliz adeus e lá foi a correr, atrás do outro, enquanto este lhe dizia "Manuel, temos um grande problema...", em tom de aventura para resolver...

por motivos muito pouco felizes (e depois de uma fase muuuuuuito negra), redescobri uma nova felicidade associada ao trabalho... And isn't it ironic? não sei o que isto vai dar, mas para já estou a gostar de explorar esta nova fase...

tenho tentado e conseguido ser: mais assertiva (se isto não é ser mais adulto, então não sei o que será...), menos fechada na minha concha, mais empática e menos queixinhas.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

o (meu) bom gigante

os receios do pai de ter um filho no 1º ano do 1º ciclo com 1,63m não são assim tão infundados... durante o verão, o pé cresceu um número e os sapatos 31 (alguns por estrear) já não lhe servem. as t-shirts parece que encolheram. os casacos estão todos com manga a 3/4. depois de um fds às compras de material escolar, cheira-me que o próximo vai ser passado a comprar sapatos (e alguma roupa).

caso alguém esteja a questionar-se de onde é a mochila: é de edição limitada e personalizada, feita pela mais prendada e querida tia-avó do mundo.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

"school is the path, not the point"

nisto de sermos pais não há certezas absolutas. educar é um equilíbrio frágil, em que as decisões que tomamos nunca são validadas a cem por cento e não há como saber como teria sido se tivéssemos optado por outros caminhos. a par desta pressão invisível mas constante, há a pressão bem tangível da sociedade, do "porque é assim...", do "se fosse comigo...", do "a filha da vizinha isto e aquilo...", que se agudiza em determinadas alturas da vida. é o caso da entrada para a escola primária (que hoje se designa por ensino básico) para as crianças nascidas entre 15 de setembro e 31 de janeiro. é o caso do meu filho. faz seis anos em dezembro, logo, é vaga condicionada. inscrevi-o na escola pública para o 1º ano. não entrou. a escola decidiu por nós. mas decidiu na nossa direção. sei que cognitivamente está preparado. já lê algumas coisas. adora letras, mapas e bandeiras. é enorme em tamanho (ontem o pai, ainda a duvidar um pouco da nossa decisão, dizia em tom de brincadeira: "ele vai entrar na escola primária com 1,60m e 63kg!"). mas também sei que é muito imaturo emocionalmente. e que num ano muita coisa muda. acho sinceramente que há uma pressa desmesurada em crescer, em fazer coisas de adulto. já para não falar da obsessão em torno do aproveitamento escolar. estou realmente cansada dessa pressão... "já conta até quantos?", "ainda não anda na natação?", "quando vais pô-lo na catequese?", "não estás a protegê-lo em demasia?"... confesso que hoje, ao ver no mural de Facebook muitos filhos de amigos e conhecidos do ano do Manel a iniciarem o 1º ano do ensino básico, me deu um apertozinho no coração. será que tomámos a decisão certa? acredito que sim, porque o caminho vai-se caminhando... e o coração também se me aperta de cada vez que olho para o meu filho, porque gostava que não se sentisse pressionado para crescer à bruta, e porque quero aproveitar cada bocadinho e sinto o tempo a escorrer-me pelos dedos...

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

conheci uma blogger

os nossos planos de irmos juntas às compras à Maria Granel saíram furados, porque o horário da loja nos trocou as voltas... acabámos a tomar um café e a conversar por mais de uma hora. e que bom que foi! eu ouvi mais do que falei (acho que é defeito profissional!) e comprovei que a Cris é tal e qual como se mostra no seu ver-de-água. e ainda trouxe comigo um empréstimo precioso e que (espero!) me será muito útil: o livro Alegria! da Marie Kondo AKA guru do "destralhanço".
um beijinho Cris e até breve.

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Your heart got a story with mine


quinta-feira, 1 de setembro de 2016

deves ter a mania que és crítica gastronómica

É de esperar que sítios com a palavra "pão" ou "padaria" no nome tenham um pão de boa qualidade, certo? CERTO! Infelizmente, não é de todo o que se passa... Começando pela tão badalada Padaria Portuguesa: o conceito é giríssimo, que é... mas na prática, o serviço é geralmente muito mau, em termos de higiene deixa muito a desejar, e o pão - que deveria ser o produto rei - é mau.




Hoje, num percurso diferente para o trabalho, dei com um bonito toldo preto com a inscrição "Fábrica do Pão". Apesar do pé atrás, lá resolvi dar o benefício da dúvida... mas desiludi-me. Um espaço giríssimo, enooooorme, bem decorado (como se vê nas fotos), um sumo de abacaxi delicioso feito no momento, mas... e o pão, perguntam vocês? (não perguntam nada, mas eu gosto de pensar que sim...)... de todas as variedades e feitios, com sementes e sem sementes, das farinhas mais improváveis... mas uma bela porcaria com M grande na sua essência!

Das duas uma... Melhorem a qualidade do pão ou mudem de nome, 'tá?

terça-feira, 30 de agosto de 2016

da raça humana. no seu lado mais negro.


duas pessoas.
um homem. uma mulher.
podia ser em qualquer ponto do globo.
é num dos lugares mais proscritos num dos países mais pobres do mundo.
um bordel em Bangladesh.
em fotos. AQUI.

Nel mezzo del cammin di nostra vita / mi ritrovai per una selva oscura / ché la diritta via era smarrita


esta imagem super poderosa de Niels Bo Bojesen acompanha o artigo "Nada pára a máfia. Nem os sismos", que pode ser lido no COURRIER INTERNATIONAL.
fazer negócio com a dor de alguém. com a desgraça de muitos. fazer negócio. é o negócio da máfia.

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

So let them build their righteous Tower / Our blazing hearts will burn it down / We are, we are, soldiers of the light / And we will glow


dúvidas que me assistem

desde quando é que as toalhas de praia passaram a ser redondas?

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

fraude nos estágios do IEFP

não, isto não é só ilegal. isto é aberrantemente amoral.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

"o passado é o sítio mais perigoso"

(por falar em crueza...) Dulce Maria Cardoso, em entrevista a Fernanda Câncio, AQUI

perdoem-me a crueza, mas não há outra forma de por isto

Fonte: CNN

humans, we need to stop this right now

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

(not that) silly (season) question

pára* tudo!!!...

 

... este ano ainda não comi FIGOS!!!



* (não me lembro se este blog já adoptou ou não o acordo ortográfico ou se alguma vez irá adoptar - aparentemente não... -, mas se há palavra que me faz mesmo muita confusão ter perdido o acento é esta forma verbal do verbo "parar", na medida em que empanca a leitura, pelo que assim continuarei a escrever, pedindo desde já desculpa pela falta de coerência, mas é o que temos por agora...)

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

time for... repost #8

porque agora com a Maria, a história repete-se...

É preciso dar banho aos miúdos todos os dias?

Obrigada João Miguel Tavares por trazeres este tema à luz do dia!

O M. vai fazer 4 anos em Dezembro e é prática lá em casa, desde que nasceu, tomar banho dia-sim-dia-não. É óbvio que já morri de vergonha das vezes que ele em público me pergunta "mãe, hoje é dia de tomar banho?", precisamente porque estamos formatados, lemos todos pela mesma cartilha e ai de quem se atreva a questionar. Lá em casa seguimos sempre esta regra do dia-sim-dia-não e sempre nos demos bem, especialmente porque o M. tem pele atópica e banhos a mais - pasmem-se! - não são benéficos para a pele, especialmente se for atópica. A pediatra concorda. É óbvio que se houvessem fugas na fralda ou se transpirasse imenso ou até se despejasse a sopa por cima dele não ia ficar sem tomar banho simplesmente porque era dia-não! Sempre disse que quando entrasse para a escola, passaria a tomar banho diariamente, mas a verdade é que nem sempre se justifica... De salientar que o M. é um miúdo que adora tomar banho, não tem qualquer fobia a esse nível e que esta rotina faz sentido para ele e para nós.  Como sempre, bom-senso é o que deve imperar, bem como flexibilidade e capacidade de ir ajustando às necessidades do dia-a-dia e de cada criança. É a fórmula que mais fizer sentido para cada tipo de família (e de pele, neste caso!) que conta!

time for... repost #7

porque sinto, amiúde, saudades do Shantaram. porque preciso desesperadamente de bons livros para ler (o exemplar aqui do lado direito vai ter que ficar, para já, a meio... mãezinha e Eduardo Sá que me desculpem, mas não me está a transmitir nada...)


 
o livro que estou a ler é realmente das coisinhas mais fascinantes que já me passaram pelas mãos e pelos olhinhos. o facto de ser sobre a Índia é, desde logo, cativante e os relatos incríveis da vida naquela país (nomeadamente na cidade de Bombaim) deixa-me ainda mais com a certeza de que, para já, não tenho estômago para viajar até lá. o ritmo da escrita é para lá de incrível... a par das descrições espectaculares dos cenários em que a acção decorre e das personagens, está sempre a acontecer qualquer coisa de extraordinário! quando achamos que vai acalmar... pumbas... lá vem um acidente de táxi, um incêndio na slum, um banquete num arranha céus em construção ou um urso amestrado que precisa de um abraço... mais, os ensinamentos em termos de relações humanas também não foram esquecidos, com uma panóplia de sentimentos a serem descritos de forma ímpar pelo autor. sei que tenho livro até ao Natal (ainda não cheguei a meio. são 900 e tal páginas de letrinha miudinha) e ainda bem porque este é daqueles que me vai deixar órfã durante uns bons tempos (apesar de já ter obras bem boas em lista de espera).

terça-feira, 16 de agosto de 2016

o que cabe num fds grande

uma sardinhada. tempo em família. uma muito boa notícia. uma ida ao Oceanário. hamburgers do Honorato. passagem da Maria para o carrinho de passeio dos meninos crescidos. bisa mais querida a dar almoço e banho à pequena. ida ao quartel de bombeiros do bairro deixar água, leite, barritas energéticas e um gigante obrigada. mergulhos e "judo aquático" na piscina. 7 meses de Maria. Manel a "ler" imensas palavras novas. jantar no japonês. passeios de mini.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

a tia-avó contra-ataca



segunda-feira, 8 de agosto de 2016

"when they go low, we go high"



Michelle a presidente!

quinta-feira, 21 de julho de 2016

dos livros que trazemos cá dentro

até sempre, Elena Greco e Raffaella Cerullo.