segunda-feira, 21 de novembro de 2016
my granola
aveia
amêndoas
avelãs
pistácios
sementes de abóbora, de girassol, de linhaça e de chia
coco ralado
pepitas de chocolate
mel & canela
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
cenas da maternidade
o manel tem o seu primeiro dente a abanar. e é, precisamente, o primeiro dente que lhe nasceu.
e é isto a maternidade (isto e limpar rabos): um com os dentes a cair e outra com os dentes a nascer.
e é isto a maternidade (isto e limpar rabos): um com os dentes a cair e outra com os dentes a nascer.
domingo, 30 de outubro de 2016
cenas da maternidade
ficar em casa sozinha para poder trabalhar... estar constantemente com a sensação de que alguém está a chamar, ou a precisar de algo, ou a dormir e de repente vai acordar a chorar...
sexta-feira, 28 de outubro de 2016
João Lobo Antunes
a minha profissão deu-me a oportunidade de me cruzar com ele inúmeras vezes, ouvi-lo falar em conferências várias sobre técnica, ética, cultura, emoções, observá-lo de perto, quando paradoxalmente se destacava numa rara cumplicidade interpares.
ontem chorei a morte do professor João Lobo Antunes.
tal como chorei a do médico que operou a minha mãe quando um sarcoma resolveu aparecer.
não era conhecido como o Lobo Antunes, nem tão-pouco era um Deus, pelo contrário, era o médico mais humano que já conheci. marcou-me de uma forma que não sei explicar por palavras...
não era conhecido como o Lobo Antunes, nem tão-pouco era um Deus, pelo contrário, era o médico mais humano que já conheci. marcou-me de uma forma que não sei explicar por palavras...
acredito que a importância de pessoas assim, como o professor Lobo Antunes, advém da "gratidão". gratidão por parte de uma "multidão", como nos diz o MEC que, em grande parte, é composta por pessoas que lhe devem a vida. e isso é tudo.
terça-feira, 25 de outubro de 2016
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Michelle, ma belle!
“Because she said what she thought, and because she smiled only when she felt like smiling, and not constantly and vacuously, America’s cheapest caricature was cast on her: the Angry Black Woman. Women, in general, are not permitted anger — but from black American women, there is an added expectation of interminable gratitude, the closer to groveling the better, as though their citizenship is a phenomenon that they cannot take for granted”.
a integridade dos Obama inspira-me.
um olhar sobre o mulherão Michelle, AQUI.
terça-feira, 18 de outubro de 2016
quinta-feira, 13 de outubro de 2016
terça-feira, 11 de outubro de 2016
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
o meu filho sabe ler
não, já não é só memória visual. o meu filho junta letras, sílabas e lança-se por aí fora a ler frases. frases inteiras. caramba, que isto é mágico!
continuo sem me arrepender da decisão de ficar mais um ano no pré-escolar. isto é a prova de que tudo a seu tempo... sem forçar. no ritmo dele. só é pena ainda não limpar o rabo sozinho...
a macaca vai à aldeia...
...mudar de ares!
e partilhar umas coisas sobre a vida na cidade com A Rapariga na Aldeia.
AQUI está o link para a primeira crónica nesta parceria com a querida Cátia.
e partilhar umas coisas sobre a vida na cidade com A Rapariga na Aldeia.
AQUI está o link para a primeira crónica nesta parceria com a querida Cátia.
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
M & M
com o manel a curar uma amigdalite, ontem mandámos a pequena para casa da avó materna (a bisa aproveitou para matar saudades da sua menina) e ficámos o dia todo em casa a ver filmes (o Zootropolis é muuuuuuuuuuuuuuuito giro!). à tarde, pouco depois de o pai sair para ir buscar a miúda a casa da avó, o manel sentou-se com um ar tristonho numa cadeira à janela e disse-me, em tom de confissão, "mãe, tenho saudades da maria".
DE-RRE-TI!
terça-feira, 4 de outubro de 2016
consegui
juntei flores e riscas no mesmo look sem parecer nem uma fashion victim desesperada, nem uma pseudo-hipster, nem alguém que pôs a roupa toda para lavar e teve que vestir o que havia disponível no armário.
segunda-feira, 3 de outubro de 2016
sexta-feira, 30 de setembro de 2016
tanta coisa a acontecer e eu... eu sinto-me (finalmente?) a adultecer (com algumas dores de crescimento pelo meio)
ontem pesei-me e descobri que estou 4 kg mais magra do que antes de engravidar da maria. sem grande esforço ou obsessão (mas com grandes mudanças na alimentação) atingi o meu objetivo em termos de peso: 60 kg. Aos 58 kg (o meu peso de sempre pré-gravidezes) já nem me interessa chegar. sinto-me bem assim e sei que as mudanças de comportamento já se tornaram estilo de vida.
hoje pela primeira vez o meu coração encolheu ao deixar o meu filho na escola. deixei-o mais cedo e, ao invés de ficar na sua sala, ficou no recreio (gigante!) com os meninos do 1º ciclo (gigantes!) à mistura. observei-o das grades enquanto ele procurava os meninos com que se sente mais à vontade. juntou-se a um amiguinho dos treinos de futebol, mas foi quando viu o V., o seu novo amigo de sala, que os olhinhos brilharam, me lançou um feliz adeus e lá foi a correr, atrás do outro, enquanto este lhe dizia "Manuel, temos um grande problema...", em tom de aventura para resolver...
por motivos muito pouco felizes (e depois de uma fase muuuuuuito negra), redescobri uma nova felicidade associada ao trabalho... And isn't it ironic? não sei o que isto vai dar, mas para já estou a gostar de explorar esta nova fase...
tenho tentado e conseguido ser: mais assertiva (se isto não é ser mais adulto, então não sei o que será...), menos fechada na minha concha, mais empática e menos queixinhas.
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
o (meu) bom gigante
os receios do pai de ter um filho no 1º ano do 1º ciclo com 1,63m não são assim tão infundados... durante o verão, o pé cresceu um número e os sapatos 31 (alguns por estrear) já não lhe servem. as t-shirts parece que encolheram. os casacos estão todos com manga a 3/4. depois de um fds às compras de material escolar, cheira-me que o próximo vai ser passado a comprar sapatos (e alguma roupa).
caso alguém esteja a questionar-se de onde é a mochila: é de edição limitada e personalizada, feita pela mais prendada e querida tia-avó do mundo.
caso alguém esteja a questionar-se de onde é a mochila: é de edição limitada e personalizada, feita pela mais prendada e querida tia-avó do mundo.
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
"school is the path, not the point"
nisto de sermos pais não há certezas absolutas. educar é um equilíbrio frágil, em que as decisões que tomamos nunca são validadas a cem por cento e não há como saber como teria sido se tivéssemos optado por outros caminhos. a par desta pressão invisível mas constante, há a pressão bem tangível da sociedade, do "porque é assim...", do "se fosse comigo...", do "a filha da vizinha isto e aquilo...", que se agudiza em determinadas alturas da vida. é o caso da entrada para a escola primária (que hoje se designa por ensino básico) para as crianças nascidas entre 15 de setembro e 31 de janeiro. é o caso do meu filho. faz seis anos em dezembro, logo, é vaga condicionada. inscrevi-o na escola pública para o 1º ano. não entrou. a escola decidiu por nós. mas decidiu na nossa direção. sei que cognitivamente está preparado. já lê algumas coisas. adora letras, mapas e bandeiras. é enorme em tamanho (ontem o pai, ainda a duvidar um pouco da
nossa decisão, dizia em tom de brincadeira: "ele vai entrar na escola
primária com 1,60m e 63kg!"). mas também sei que é muito imaturo emocionalmente. e que num ano muita coisa muda. acho sinceramente que há uma pressa desmesurada em crescer, em fazer coisas de adulto. já para não falar da obsessão em torno do aproveitamento escolar. estou realmente cansada dessa pressão... "já conta até quantos?", "ainda não anda na natação?", "quando vais pô-lo na catequese?", "não estás a protegê-lo em demasia?"... confesso que hoje, ao ver no mural de Facebook muitos filhos de amigos e conhecidos do ano do Manel a iniciarem o 1º ano do ensino básico, me deu um apertozinho no coração. será que tomámos a decisão certa? acredito que sim, porque o caminho vai-se caminhando... e o coração também se me aperta de cada vez que olho para o meu filho, porque gostava que não se sentisse pressionado para crescer à bruta, e porque quero aproveitar cada bocadinho e sinto o tempo a escorrer-me pelos dedos...
sexta-feira, 9 de setembro de 2016
conheci uma blogger
os nossos planos de irmos juntas às compras à Maria Granel saíram furados, porque o horário da loja nos trocou as voltas... acabámos a tomar um café e a conversar por mais de uma hora. e que bom que foi! eu ouvi mais do que falei (acho que é defeito profissional!) e comprovei que a Cris é tal e qual como se mostra no seu ver-de-água. e ainda trouxe comigo um empréstimo precioso e que (espero!) me será muito útil: o livro Alegria! da Marie Kondo AKA guru do "destralhanço".
um beijinho Cris e até breve.
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
deves ter a mania que és crítica gastronómica
É de esperar que sítios com a palavra "pão" ou "padaria" no nome tenham um pão de boa qualidade, certo? CERTO! Infelizmente, não é de todo o que se passa... Começando pela tão badalada Padaria Portuguesa: o conceito é giríssimo, que é... mas na prática, o serviço é geralmente muito mau, em termos de higiene deixa muito a desejar, e o pão - que deveria ser o produto rei - é mau.
Hoje, num percurso diferente para o trabalho, dei com um bonito toldo preto com a inscrição "Fábrica do Pão". Apesar do pé atrás, lá resolvi dar o benefício da dúvida... mas desiludi-me. Um espaço giríssimo, enooooorme, bem decorado (como se vê nas fotos), um sumo de abacaxi delicioso feito no momento, mas... e o pão, perguntam vocês? (não perguntam nada, mas eu gosto de pensar que sim...)... de todas as variedades e feitios, com sementes e sem sementes, das farinhas mais improváveis... mas uma bela porcaria com M grande na sua essência!
Das duas uma... Melhorem a qualidade do pão ou mudem de nome, 'tá?
terça-feira, 30 de agosto de 2016
da raça humana. no seu lado mais negro.
duas pessoas.
um homem. uma mulher.
podia ser em qualquer ponto do globo.
é num dos lugares mais proscritos num dos países mais pobres do mundo.
um bordel em Bangladesh.
em fotos. AQUI.
Nel mezzo del cammin di nostra vita / mi ritrovai per una selva oscura / ché la diritta via era smarrita
esta imagem super poderosa de Niels Bo Bojesen acompanha o artigo "Nada pára a máfia. Nem os sismos", que pode ser lido no COURRIER INTERNATIONAL.
fazer negócio com a dor de alguém. com a desgraça de muitos. fazer negócio. é o negócio da máfia.
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
"o passado é o sítio mais perigoso"
(por falar em crueza...) Dulce Maria Cardoso, em entrevista a Fernanda Câncio, AQUI
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
(not that) silly (season) question
pára* tudo!!!...
... este ano ainda não comi FIGOS!!!
* (não me lembro se este blog já adoptou ou não o acordo ortográfico ou se alguma vez irá adoptar - aparentemente não... -, mas se há palavra que me faz mesmo muita confusão ter perdido o acento é esta forma verbal do verbo "parar", na medida em que empanca a leitura, pelo que assim continuarei a escrever, pedindo desde já desculpa pela falta de coerência, mas é o que temos por agora...)
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
time for... repost #8
porque agora com a Maria, a história repete-se...
É preciso dar banho aos miúdos todos os dias?
O M. vai fazer 4 anos em Dezembro e é prática lá em casa, desde que
nasceu, tomar banho dia-sim-dia-não. É óbvio que já morri de vergonha
das vezes que ele em público me pergunta "mãe, hoje é dia de tomar
banho?", precisamente porque estamos formatados, lemos todos pela mesma
cartilha e ai de quem se atreva a questionar. Lá em casa seguimos sempre
esta regra do dia-sim-dia-não e sempre nos demos bem, especialmente
porque o M. tem pele atópica e banhos a mais - pasmem-se! - não são
benéficos para a pele, especialmente se for atópica. A pediatra
concorda. É óbvio que se houvessem fugas na fralda ou se transpirasse
imenso ou até se despejasse a sopa por cima dele não ia ficar sem tomar
banho simplesmente porque era dia-não! Sempre disse que quando entrasse
para a escola, passaria a tomar banho diariamente, mas a verdade é que
nem sempre se justifica... De salientar que o M. é um miúdo que adora
tomar banho, não tem qualquer fobia a esse nível e que esta rotina faz
sentido para ele e para nós. Como sempre, bom-senso é o que deve
imperar, bem como flexibilidade e capacidade de ir ajustando às
necessidades do dia-a-dia e de cada criança. É a fórmula que mais fizer
sentido para cada tipo de família (e de pele, neste caso!) que conta!
time for... repost #7
porque sinto, amiúde, saudades do Shantaram. porque preciso desesperadamente de bons livros para ler (o exemplar aqui do lado direito vai ter que ficar, para já, a meio... mãezinha e Eduardo Sá que me desculpem, mas não me está a transmitir nada...)
o livro que estou a ler é realmente das coisinhas mais fascinantes que
já me passaram pelas mãos e pelos olhinhos. o facto de ser sobre a Índia
é, desde logo, cativante e os relatos incríveis da vida naquela país
(nomeadamente na cidade de Bombaim) deixa-me ainda mais com a certeza de
que, para já, não tenho estômago para viajar até lá. o ritmo da escrita
é para lá de incrível... a par das descrições espectaculares dos
cenários em que a acção decorre e das personagens, está sempre a
acontecer qualquer coisa de extraordinário! quando achamos que vai
acalmar... pumbas... lá vem um acidente de táxi, um incêndio na slum,
um banquete num arranha céus em construção ou um urso amestrado que
precisa de um abraço... mais, os ensinamentos em termos de relações
humanas também não foram esquecidos, com uma panóplia de sentimentos a
serem descritos de forma ímpar pelo autor. sei que tenho livro até ao
Natal (ainda não cheguei a meio. são 900 e tal páginas de letrinha
miudinha) e ainda bem porque este é daqueles que me vai deixar órfã
durante uns bons tempos (apesar de já ter obras bem boas em lista de
espera).
terça-feira, 16 de agosto de 2016
o que cabe num fds grande
uma sardinhada. tempo em família. uma muito boa notícia. uma ida ao Oceanário. hamburgers do Honorato. passagem da Maria para o carrinho de passeio dos meninos crescidos. bisa mais querida a dar almoço e banho à pequena. ida ao quartel de bombeiros do bairro deixar água, leite, barritas energéticas e um gigante obrigada. mergulhos e "judo aquático" na piscina. 7 meses de Maria. Manel a "ler" imensas palavras novas. jantar no japonês. passeios de mini.
sexta-feira, 12 de agosto de 2016
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
quinta-feira, 21 de julho de 2016
das dores de crescimento
"Qualquer relacionamento intenso entre seres humanos está cheio de esparrelas, e se quisermos que ele dure é preciso aprender a evitá-las".
História da menina perdida, Elena Ferrante
quarta-feira, 20 de julho de 2016
ser viral tornou-se viral
esta é a época que vivemos...
de repente tudo é "viral".
é o harry potter na livraria lello.
é a criança portuguesa a consolar o adepto francês.
é a taylor swift e o kayne west (alguém percebeu o que se passou?)
é a melania trump a plagiar a michele obama.
ser "viral" tornou-se "viral"
ainda assim, não há como não ficar espantada a ver isto:
Pokémon Go: o "viral" dos "virais"... o santo graal da alienação... uma caça moderna aos gambuzinos (na minha opinião, com muito menos piada), que talvez tenha como única vantagem o combate ao sedentarismo/obesidade.
sexta-feira, 15 de julho de 2016
quinta-feira, 14 de julho de 2016
seis meses desta bichinha boa
que gosta de dormir virada para o lado esquerdo desde o primeiro dia.
que adora comer (leite, sopa, fruta... marcha tudo!) e fica quase sempre a chorar de fome.
que mete tudo na boca (mãos, pés, bonecos...), coisa que o irmão não fazia.
que adora tomar banho.
que é uma "dengosa" do pior, derrete-se com beijos e mimos.
que delira com o irmão.
que gosta tanto de comer manga, quanto da palavra "manga" (farta-se de rir!).
que tem uns dedos das mãos (e dos pés) compridíssimos.
que nos torna mais completos a cada dia que passa.
segunda-feira, 11 de julho de 2016
ele há coisas...
aquela borboleta-traça pousada no nosso Cristiano...
estava traçado que ganharíamos a taça.
estava traçado que ganharíamos a taça.
quinta-feira, 7 de julho de 2016
qual polvo Paul, qual quê!
há dias, a brincar às reportagens com um microfone a fingir, disse ao "jornalista" Manel que o meu prognóstico para o jogo Portugal x País de Gales era uma vitória nossa por 2-0, com um golo do Nani e outro do Ronaldo.
vou ali apostar no Placard e já volto!
quarta-feira, 6 de julho de 2016
angry (ugly) birds
(olhem-me o ar inocente da bicha... a mim não m'enganas tu minha menina!)
se eu já não gostava nada dos peluches dos angry birds que o Continente está a oferecer (depois de gastarmos um balúrdio em compras, obviamente) ontem fiquei a odiá-los. Manel veio da escola com dores de cabeça e um galo gigante depois de uma amiguinha lhe ter atirado com a Stella (foi ele que fez questão de chamar a criatura pelo nome próprio!) e acertado mesmo em cheio na moleirinha, meu rico filho!!! e perguntam vocês... "mas aquilo não é um peluche macio, cheiroso e fofinho?". é minha gente, é... mas tem uns olhos que devem ser feitos de mármore de Vila Viçosa, só pode!
fica o alerta... é que já não lhes bastava serem feios, também não são de todo inofensivos.
quinta-feira, 30 de junho de 2016
"Ou então estamos apenas a habituar-nos."
segunda-feira, 27 de junho de 2016
sexta-feira, 24 de junho de 2016
Brexit
o mundo a dividir-se ao invés de unir-se.
estou verdadeiramente preocupada com o rumo que a nossa Europa (o nosso mundo) está a tomar.
e tem margem para piorar... Numa palavra: Trump.
(se o Trump ganhar as eleições norte-americanas emigro... de planeta!)
estou verdadeiramente preocupada com o rumo que a nossa Europa (o nosso mundo) está a tomar.
e tem margem para piorar... Numa palavra: Trump.
(se o Trump ganhar as eleições norte-americanas emigro... de planeta!)
quinta-feira, 23 de junho de 2016
MITO: "Depois de uma cesariana, não poderás ter um parto normal"
ERRADO.
E eu sou a prova viva disso.
Há cinco anos, depois de 12h de trabalho de parto, e de uma não-dilatação dilatação não conseguida, tive o meu primeiro filho por cesariana. No meu imaginário de mãe de primeira viagem tinha feito inúmeros cenários, mas o da cesariana nunca fora um deles (vá-se lá saber por quê... achava que se tinha tido uma gravidez santa,, por que razão não haveria de ter um parto dentro da "normalidade"?), pelo que não me encontrava minimamente mentalizada para tal... O que, obviamente não ajudou à recuperação no pós-parto.
Uma cesariana é uma operação "de barriga aberta". Deixa uma cicatriz que apesar de ficar escondida na linha do biquini, me incomodou durante algum tempo (fruto da falta de cuidado de quem tem um recém-nascido com quem se preocupar em 1º lugar)... Sei que ela está lá, com um quelóide feioso que ajuda a não esquecer. Ainda que a cicatriz seja o menor dos problemas na recuperação de uma cesariana.
Na consulta de revisão um mês após o Manel nascer, a minha médica fez questão de me dizer sem rodeios que, a tentar uma segunda gravidez, nada indicaria que teria que voltar a ter uma cesariana e relatou-me n casos de segundos partos vaginais em mulheres com cesarianas prévias.
Agarrei-me àquelas palavras. Com força.
Nesta segunda gravidez, comecei lentamente a acreditar que um parto normal seria possível. E assim foi... Depois de 18h de trabalho de parto (a "hora pequenina" é uma cena que a mim não me assiste!) tive o meu momento... apenas "ensombrado" por três palavras: "forceps" e "bloco operatório". Mais uma vez o pai a não poder assistir ao momento-chave, depois de tantas horas ao meu lado (tão importante!), o que desta vez me deixou ainda mais triste, porque a expulsão é realmente qualquer coisa de mágico, não haja dúvida.
Imediatamente a seguir, com a Maria nos meus braços, sentia-me tão eufórica e com tanta energia (boost de hormonas!) - apesar de tantas horas em trabalho de parto e das dores (para o final a epidural já não fez efeito como devia e até foi melhor assim para poder sentir as contrações e fazer a força no momento certo e com a força certa) -, nada, mas mesmo nada a ver com a sensação imediatamente a seguir à cesariana, em que me sentia como se tivesse sido atropelada por um comboio.
Agradeci tanto e de forma tão sentida à médica que me acompanhou (Dra. Maria do Carmo, da MAC, se me está a ler MUITO OBRIGADA uma vez mais!) e a toda a equipa no bloco que até já brincavam comigo a perguntar se eu só sabia dizer obrigada!
Claro que só podia agradecer - apesar de elas me quererem convencer que o trabalho tinha sido todo meu, que me tinha "portado muito bem", que "os forceps são só uma ajuda, não fazem o trabalho por nós" - e ainda hoje agradeço, de coração: à minha obstetra, Dra. Ana Fatela, que apesar de não estar de serviço passou no meu quarto para me dar um beijinho e dizer que eu estava muito bem entregue (a mais pura das verdades!), à Dra. Maria do Carmo, pela calma tranquilizadora, ao enfermeiro Vítor que me deixou andar em pé e tanto me ajudou com estratégias de combate à dor e de aproveitamento da dor para acelerar o trabalho de parto, à enfermeira Serras que com o seu pragmatismo de alentejana de gema desbloqueou a situação e encurtou o tempo de "sofrimento", a todos os restantes elementos da equipa, sem exceção! Até ao segurança que estava na porta da MAC no dia em que saímos da maternidade e se despediu com um "até à próxima" (brincalhão!)
quarta-feira, 22 de junho de 2016
"perdes mais do qu'ó que ganhas!"
e de repente, ao proferir estas palavras, transformei-me na minha mãe... o tempo recuou 30 anos e o mais certo é o Manel nem ter percebido o sentido da expressão...
filha és, mãe serás, não é assim?
terça-feira, 21 de junho de 2016
quarta-feira, 15 de junho de 2016
terça-feira, 14 de junho de 2016
recomeços
hoje regresso ao trabalho e ao blog. ao primeiro porque tem que ser. ao segundo porque me parece a altura ideal para fazê-lo. passaram-se 5 meses desde que fui mãe pela segunda vez e foi um tempo de verdadeiro recomeço, renascimento e crescimento. sinto-me hoje melhor do que nunca. aprendi que depois de se ter um filho zen é possível ter outro ainda mais tranquilo. confirmei que tenho uma família que está lá no matter what e que há amigos que são família. senti de forma pungente o amor e a bem-querença das minhas pessoas (mas também de desconhecidos) pelos seres que gerei. investi em mim com uma força de vontade inédita e uma motivação crescente, aliando a prática de exercício físico a uma alimentação muito mais saudável (disse adeus aos açúcares e farinhas refinadas e mesmo sem ser esse o meu objectivo principal ainda perdi peso). trago em mim um bem-estar físico e psicológico que há muito não sentia. esta filha foi (e está a ser) um presente e uma lição (que agradeço todos os dias): de reencontro comigo, de equilíbrio, de regresso à simplicidade e às pequenas coisas que nos fazem felizes.
domingo, 24 de janeiro de 2016
14 de Janeiro de 2016
o dia em que ficámos infinitamente mais ricos. e em que comprovei que na matemática deste amor incondicional não existem contas de dividir, só multiplicações.
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
nesting
a disponibilidade (mental, sobretudo) para escrever tem sido pouca. o Manel fez 5 anos (5 anos!!!), o Natal passou-se em família e entrámos num novo ano. mas nem as datas comemorativas me serviram de inspiração... porque quando se entra na fase de nesting ficamos um pouco obcecados (no bom sentido) com tudo o que isso implica. já não falta tudo... só o principal... Maria, estamos à tua espera.
domingo, 20 de dezembro de 2015
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
c'est vraiment super
esta série (na tradução portuguesa: Pais desesperados) tem-me valido umas valentes gargalhadas. é francesa (assim posso matar saudades desta língua que adoro e que é raro ouvir) e está muito bem feita. ao estilo Uma família muito moderna, com personagens geniais e um enredo sempre hilariante.
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
dar graças. hoje. todos os dias.
importamos tanta porcaria de tradição, porque é que não tentamos incorporar esta no nosso calendário? e não apenas hoje. porque a gratidão deve ser um exercício diário. porque dar graças pelas bênçãos que a vida - Deus, o destino, ou o que lhe quiserem chamar! - nos proporciona é meio caminho andado para a tão desejada felicidade. sejamos gratos. sejamos (um bocadinho mais) felizes.
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
devo preocupar-me?
e depois disto, ontem fez-me um desenho que eu pensava ser uma estrela, mas que ele garantiu ser uma explosão.
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
o que vale é que ♥ de mãe é elástico
a 12 dias de fazer cinco anos, o Manel mede 1,18 m. ontem, a pediatra teve que medi-lo duas vezes, incrédula que estava com o facto de ele ter crescido 6 cm desde Fevereiro.
1,18 m... o meu esparguete! ♥
priceless
as mãozinhas mínimas das coleguinhas do Manuel a chegarem-se timidamente à minha barriga para fazerem festinhas na Maria.
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
como explicar o terror às crianças?
ultimamente, o passatempo favorito do manuel é rabiscar folhas em branco com palavras de que se lembra e que nos pergunta como se escreve. são quase sempre nomes de clubes ou de jogadores de futebol, ou nomes de amigos. ontem, enquanto punha a mesa para o almoço ouço-o perguntar ao pai: "pai, como é que se escreve explosão?"
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
olhó desafio fresquinho
A Guilhim, do Ver(de)Água, voltou a lançar um desafio aqui ao sótão e eu que não sou macaca de virar o rabo a desafios cá estou a (tentar!) responder-lhe...
1. Gostavas ou vês-te a viver do blogue?
Utopicamente, respondo que sim... Quem não gostaria de escrever o que lhe apetece e ainda ser pago por isso... Mas o mundo não funciona assim, não é? Certamente que para isso acontecer teria que desenvolver um blogue diferente, mais estruturado, com caraterísticas mais "comerciais"... Não sei se estaria preparada para tal, mas também não digo que não à partida.
2. Os olhos também comem? Vais parar a um blogue. Fechas assim que percebes que o layout não te agrada, ou ainda lês os conteúdos?
Confesso que me sinto tentada a fechar logo... Talvez leia um ou outro post mais curtinho, que, regra geral, acabam por confirmar o meu preconceito inicial... Às vezes posso ter surpresas mas, por norma, tudo o que é muito cor-de-rosa, usa fontes rococó, tem brilhantes a piscar, gatinhos persa, fotos no wc, posts a começar com "migas" (que não sejam de comer), pseudo-coachings (sobretudo sobre maternidade), dramas íntimos/relacionais ao estilo novela mexicana ou, last but not least, erros ortográficos não passa a censura prévia.
3. Se tivesses tempo e orçamento ilimitado, como seria o teu blogue?
Provavelmente, seria um blogue sobre viagens. Porque se eu tivesse tempo e dinheiro ilimitado era definitivamente isso que me dedicaria a fazer: viagens e escrita. E receitas, gastronomia... Teria que arranjar uma forma de encaixar comida pelo meio... Com umas fotos à maneira, claro!
4. Se pudesses trocar o blogue com alguém, com quem seria?
Hum... esta é difícil... Assim de repente, com a Sara Carbonero, porque me identifico com ela em vários aspetos, mas o blogue em si acho-o um pouco confuso. Poderia ter um layout mais apelativo (não sei se tem algum condicionalismo por estar inserido na plataforma da revista Elle...).
Em alternativa, com a Joanna do Cup of Jo, com a Garance Doré ou com a Vic do Dia de Beauté.
Deixa-me lá ver uma portuguesa... Talvez com a Maria Guedes (Stylista) ou com a Rita Ferro Alvim (Socorro, sou mãe), porque ambos os blogues são bonitos e cuidados, mas as autoras mantêm-se simples e autênticas, fiéis a si mesmas, e eu gosto disso.
Aaaaaaah... e com a Mãe preocupada... É que ela escreve para caraças!!
5. O que mais gostas de ler num blogue?
Gosto de blogues autênticos, de e com pessoas autênticas. Gosto de ler boa escrita, textos bem escritos. Gosto de receitas bem feitas, bem fotografadas e "fazíveis". Gosto de ler sobre tudo um pouco, sobre a vida no seu quotidiano. Gosto de pessoas com humor, que saibam rir-se de si mesmas, desempoeiradas, que não se levam muito a sério... Gosto de dicas de moda (sem ser "carneirada"), design e decoração. Gosto de assuntos relacionados com maternidade/filhos (sem ser fundamentalismos"). Gosto de análise da atualidade. Sou uma fácil no fundo...
6. Gostavas de conhecer pessoalmente os autores dos blogues que segues?
Tem dias... Uma vezes acho que sim, que poderia ser "melhores amigas" com algumas (com a Sara Carbonero, por exemplo). Outras vezes não estou nada para aí virada e acho melhor manter estas relações na virtualidade.
7. Define o meu blogue em meia dúzia de palavras... ou uma vá!
O teu blogue é autêntico, organizado, clean, reliable (bolas, que não encontro uma expressão em PT para dizer isto melhor!) e útil.
8. Quais as 5 características mais irritantes que vês em blogues nos dias que correm?
Pseudo-coaching (ou psicologia barata), desrespeito pelos leitores ou por terceiros, invejas inter-blogues, cúmulos da futilidade (quem nunca foi fútil que atire a 1ª pedra, mas há limites) e publicidade/posts publicitários em overdose.
9. Qual a tua maior fonte de inspiração para escrever no teu blogue?
Boa pergunta... O dia-a-dia, a vida, as pessoas, o gosto pelo exercício da escrita.
10. Que características te prendem a um blogue?
Esta resposta tem, obrigatoriamente, pontos coincidentes com a resposta à pergunta n.º 5.
Valorizo: autenticidade, respeito pelos leitores, criatividade, coerência (pensando bem, eu também não sou um poço de coerência...), atchitudji (como diria a Roberta Medina), originalidade, bons textos, fotos de qualidade, um layout apelativo/criativo.
Instruções para participar nesta TAG:
1. Responder às perguntas realizadas por quem te nomeou;
2. Podem criar 10 perguntas diferentes ou apenas algumas ou usar as mesmas;
3. Marcar 3 a 10 pessoas para responderem a essas perguntas e, claro, avisá-las da nomeação.
As minhas questões:
1. Gostavas ou vês-te a viver do blogue?
2. Qual o primeiro blogue que abres quando te sentas ao PC (o teu não conta)?
3. Três objectivos que tenhas para o teu blogue em 2016.
4. Se pudesses trocar de blogue com alguém, com quem seria?
5. Porque é que começaste um blogue? E porque o mantens?
6. Gostavas de conhecer pessoalmente os autores dos blogues que segues?
7. Define o meu blogue em meia dúzia de palavras... ou numa, vá!
8. O que te faz fechar imediatamente um blogue e nunca mais lá voltar?
9. Qual a tua maior fonte de inspiração para escrever no teu blogue?
10. Que características te prendem a um blogue?
girl crush #14
Jetsun Pema
(rainha do Butão, o país com o maior índice de felicidade do mundo)
não lhe bastava ser exoticamente maravilhosa, ainda é estupidamente feliz...
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
parece que afinal o ar não é de todos...
algumas pessoas estão com dificuldade em encaixar os conceitos de legitimidade e democracia.
ISTO é inadmissível (e atenção que eu nem simpatizo particularmente com o bochechas júnior!)
terça-feira, 10 de novembro de 2015
sinto-me tão crescida
pela primeira vez, em 35 anos, consegui vestir collants cor de pele ("meias mágicas" como lhes chamei perante o espanto do meu filho). por incrível que pareça nunca tinha gostado de me ver com as chamadas "meias de vidro", embora já tivesse tentado algumas vezes. hoje foi o dia.
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
Maria, a harmoniosa
continua (e vai sempre continuar) a surpreender-me e a maravilhar-me a capacidade de dois seres humanos gerarem uma vida. com uma semana, a Maria é o reflexo natural dos pais que tem: duas pessoas que irradiam tranquilidade, que imprimem beleza em tudo o que fazem, que transformam os pormenores mais ínfimos em pormaiores irresistíveis e que fazem isto tudo de forma inata, sem esforço e numa harmonia/sintonia únicas. pode haver muitas Marias na terra, mas esta, como nenhuma outra, rima com harmonia.
terça-feira, 3 de novembro de 2015
#pregnancyperkssóquenão
acho que ainda não relatei aqui aquela que foi a melhor reacção à minha segunda gravidez: a da minha avó. um "era mesmo o que te estava a fazer falta" com ar de enfado e todo um olhar de alto abaixo, seguido de um "tens mais cu rabo que barriga". talvez também a mais certeira das considerações... especialmente esta última, que veio a revelar-se uma verdadeira profecia.
assim sendo, de há uns dias a esta parte que o meu volume corporal (nomeadamente nestas regiões estratégicas) se tornou motivo de graçola lá em casa. tudo bem... até hoje de manhã, em que na inocência dos seus 4-quase-5-anos, Manel me diz com o ar mais natural do mundo: "mãe, o teu rabo parecem dois côcos".
domingo, 1 de novembro de 2015
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