terça-feira, 19 de julho de 2011

3 anos. bodas de trigo ou couro.

Não comas umas bolas de berlim com creme que não é preciso...

Assim de repente ocorre-me uma palavra

Meu querido mês de Julho,

passa-se alguma coisa? É que tens andado irreconhecível este ano... Não estás em ti! Há três anos, sim, estavas em forma! (repararam que tive o cuidado de não colocar "atrás" depois de "há três anos"?)

segunda-feira, 18 de julho de 2011

isto não é um baby blog (embora às vezes pareça)

7 meses e meio = 71 cm e 8.350 kg

Lavem os olhinhos antes de olhar


Há três dias vivia o meu último dia de ignorância. E depois conheci os sapatinhos Tabitha Simmons. Agora acordo a pensar neles, suspiro e digo alto que um preço de sapatos que ultrapassa os 200 euros (não vamos entrar em detalhes) é imoral... E que o facto de estarem em saldos e só haver o meu tamanho não era de certeza um sinal. Mas não voltarei a ser a mesma.

(corrigido)

Há três anos atrás (por indicação da nossa linguista/tradutora/intérprete/purista da nossa querida língua - AKA macaca - corrijo este grave erro gramatical - o "atrás" é desnecessário e até errado nesta oração - e perante vós me penitencio. Sim, eu também dou erros, assim muito de vez em quando, mas dou...) , vivia o meu último dia de solteira. Se me perguntarem o que fiz nessas 24 horas, não sei responder... Engraçado como recordamos ao pormenor tudo o que fizemos no dia do casamento, mas quando pensamos no dia anterior não nos ocorre nada, a não ser o que sentimos... Certamente que estava cheia de borboletas na barriga e que a última coisa que fiz, antes de adormecer, foi falar ao telefone com o noivo.

Sei que estava feliz.
Só não sabia que essa felicidade podia crescer tanto, em tão pouco tempo...

sexta-feira, 15 de julho de 2011

MAGIC DAYS

Cá em casa somos fãs. Estas são algumas das que o M. usa:


E esta é para o aniversariante de sábado, que está prestes a ser irmão mais velho (de um mano ou mana, ainda não se sabe):

e pronto, bem que me avisaram...


... que a vida social dos pais passa a reger-se pela agenda dos filhos.
Este fds o M. tem duas festas de anos: uma no sábado e outra no domingo.
Mas, confesso, que até estou a gostar... (daqui a uns tempinhos provavelmente já não digo o mesmo)

ahahahahahahah

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Finalmente, a tão esperada Reforma Agrária

Um charme

Collants vintage. Eram da avó.

a bold. e em maiúsculas. para ter ainda mais força.

é por isto que a Visão continua a ser a minha revista preferida #1

Aprendemos fundo a seriedade. Agora, com trinta e seis anos, apenas peço ao tempo, que os meus filhos não conheçam tantos enforcados como nós conhecemos. Ao longe, comparando a sua tragédia com a infância, sei que todos eles estavam errados: nada está tão emaranhado e nada tem tantos espinhos. Nem as balsas, cravadas na terra. Basta levantar o olhar, basta levantar o olhar: o céu.

Crónica de José Luís Peixoto, in Visão, 14 de Julho

quarta-feira, 13 de julho de 2011

terça-feira, 12 de julho de 2011

isto não é um blog de culinária #6



APROVEITAR RESTOS DE FRANGO ASSADO. Aqui há dias, a macaca bzana foi jantar lá a casa e para além de uns magníficos caracóis, levou um franguinho assado: uma comida que sabe sempre tão bem, mas que acaba sempre por sobrar. Eu, de cada vez que me vejo a braços com restos de frango assado, fico feliz da vida... Com estas sobras, acabo a fazer pratos ou a inventar receitas que, invariavelmente, me enchem as medidas. Lá em casa, os restos de frango no churrasco já integraram coloridas e leves saladas frias, já substituíram o ingrediente-rei naquele que é um dos meus pratos favoritos (bacalhau à braz), já nos deliciaram em tostas (ou bruchetas) verdadeiramente reconfortantes.
Do mais recente aproveitamento nasceu uma quiche de frango, alho francês e cogumelos de comer e chorar por mais...


em modo DIY, and loving it!

Got love it!

Peónias. Montes delas.

Aqui

Para ser perfeito, só ficam a faltar as brancas...


A noite passada, na minha cama: ele, eu e o emplastro (colado às costas).

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E finalmente, a lombalgia que me atormenta há semanas está a dar-me tréguas.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Coração cheio


É que é isto mesmo!

E as segundas-feiras que custam tanto...

domingo, 10 de julho de 2011

domingo romântico

Ele agarrado à esfregona.
Eu agarrada ao ferro de engomar.

sábado, 9 de julho de 2011

Cenas de maternidade #6


Isto sou eu, às 7h da manhã de um sábado

sexta-feira, 8 de julho de 2011

eeeeeeeh lá

acho que aqui a mostrenga do pão vai ter que ir inspeccionar isto muito em breve

Ah... como eu adoro ter ideias luminosas!

Reformulando...

tenho tanto tanto tanto tanto tanto sono, que este post só pode ser um pesadelo

(quero a minha cama!)

quinta-feira, 7 de julho de 2011

MJNP: 1952-2011


A Fé, esse conceito tão difícil de explicar, está aqui neste texto, (ex)posto por palavras, por uma mulher (aliás, uma SENHORA) que parte cedo demais.

A Fé é isto. Só pode ser isto.

Esta p**a desta doença tem levado tanta pessoa extraordinária nos últimos tempos. A Maria José Nogueira Pinto - Zézinha, como carinhosamente a designávamos aqui no estaminé - é um exemplo de determinação e carácter, como se pode ver por esta crónica (de despedida?) publicada hoje no DN.


"Acho que descobri a política - como amor da cidade e do seu bem - em casa. Nasci numa família com convicções políticas, com sentido do amor e do serviço de Deus e da Pátria. O meu Avô, Eduardo Pinto da Cunha, adolescente, foi combatente monárquico e depois emigrado, com a família, por causa disso. O meu Pai, Luís, era um patriota que adorava a África portuguesa e aí passava as férias a visitar os filiados do LAG. A minha Mãe, Maria José, lia-nos a mim e às minhas irmãs a Mensagem de Pessoa, quando eu tinha sete anos. A minha Tia e madrinha, a Tia Mimi, quando a guerra de África começou, ofereceu-se para acompanhar pelos sítios mais recônditos de Angola, em teco-tecos, os jornalistas estrangeiros. Aprendi, desde cedo, o dever de não ignorar o que via, ouvia e lia.
Aos dezassete anos, no primeiro ano da Faculdade, furei uma greve associativa. Fi-lo mais por rebeldia contra uma ordem imposta arbitrariamente (mesmo que alternativa) que por qualquer outra coisa. Foi por isso que conheci o Jaime e mudámos as nossas vidas, ficando sempre juntos. Fizemos desde então uma família, com os nossos filhos - o Eduardo, a Catarina, a Teresinha - e com os filhos deles. Há quase quarenta anos.
Procurei, procurámos, sempre viver de acordo com os princípios que tinham a ver com valores ditos tradicionais - Deus e a Pátria -, mas também com a justiça e com a solidariedade em que sempre acreditei e acredito. Tenho tentado deles dar testemunho na vida política e no serviço público. Sem transigências, sem abdicações, sem meter no bolso ideias e convicções.
Convicções que partem de uma fé profunda no amor de Cristo, que sempre nos diz - como repetiu João Paulo II - "não tenhais medo". Graças a Deus nunca tive medo. Nem das fugas, nem dos exílios, nem da perseguição, nem da incerteza. Nem da vida, nem na morte. Suportei as rodas baixas da fortuna, partilhei a humilhação da diáspora dos portugueses de África, conheci o exílio no Brasil e em Espanha. Aprendi a levar a pátria na sola dos sapatos.
Como no salmo, o Senhor foi sempre o meu pastor e por isso nada me faltou -mesmo quando faltava tudo.
Regressada a Portugal, concluí o meu curso e iniciei uma actividade profissional em que procurei sempre servir o Estado e a comunidade com lealdade e com coerência.
Gostei de trabalhar no serviço público, quer em funções de aconselhamento ou assessoria quer como responsável de grandes organizações. Procurei fazer o melhor pelas instituições e pelos que nelas trabalhavam, cuidando dos que por elas eram assistidos. Nunca critérios do sectarismo político moveram ou influenciaram os meus juízos na escolha de colaboradores ou na sua avaliação.
Combatendo ideias e políticas que considerei erradas ou nocivas para o bem comum, sempre respeitei, como pessoas, os seus defensores por convicção, os meus adversários.
A política activa, partidária, também foi importante para mim. Vivi--a com racionalidade, mas também com emoção e até com paixão. Tentei subordiná-la a valores e crenças superiores. E seguir regras éticas também nos meios. Fui deputada, líder parlamentar e vereadora por Lisboa pelo CDS-PP, e depois eleita por duas vezes deputada independente nas listas do PSD.
Também aqui servi o melhor que soube e pude. Bati- -me por causas cívicas, umas vitoriosas, outras derrotadas, desde a defesa da unidade do país contra regionalismos centrífugos, até à defesa da vida e dos mais fracos entre os fracos. Foi em nome deles e das causas em que acredito que, além do combate político directo na representação popular, intervim com regularidade na televisão, rádio, jornais, como aqui no DN.
Nas fraquezas e limites da condição humana, tentei travar esse bom combate de que fala o apóstolo Paulo. E guardei a Fé.
Tem sido bom viver estes tempos felizes e difíceis, porque uma vida boa não é uma boa vida. Estou agora num combate mais pessoal, contra um inimigo subtil, silencioso, traiçoeiro. Neste combate conto com a ciência dos homens e com a graça de Deus, Pai de nós todos, para não ter medo. E também com a família e com os amigos. Esperando o pior, mas confiando no melhor.
Seja qual for o desfecho, como o Senhor é meu pastor, nada me faltará."

Tenho tanto tanto tanto tanto tanto sono, que este post só pode ser um sonho... sighhhhhhhhhhhhhht

terça-feira, 5 de julho de 2011

P*** que os pariu


É tudo o que se me ocorre.

Separados à nascença

Henri Castelli


Piqué

segunda-feira, 4 de julho de 2011

e eu que dizia mal dos saldos da Mango - parte II

Petisco



Expressão bem tuga e conceito que eu simplesmente adooooooooooooooooro! Este ano, descobrimos um spot bem porreiro para desenvolver esta actividade, pertinho de casa. Sempre que o maridão sai a horas decentes, lá vamos nós os 3, sentamos na esplanada na mesa do canto (a que tem mais espaço para estacionar o carrinho do M.) e pedimos aquilo que mais nos apetecer: caracóis (quase sempre), moelas, prego, bifana... E assim se passam os belo fins de tarde de verão (mesmo que seja a meio da semana), com a vantagem de voltar para casa e não ter que pensar no jantar.

* RELAX *




tarde de sábado na Gulbenkian


sábado, 2 de julho de 2011

Hum

Não sou especialista em casamentos, mas isto é uma mulher triste.
Há aqui qualquer coisa de The Grass is Singing da Doris Lessing. Quem leu reconhece o nó no estômago.



quinta-feira, 30 de junho de 2011

What the what??

A Márcia Rodrigues a pôr pó de arroz na carequinha do Gorbatchov como quem põe pó de talco no rabo de um bebé?


Não temos de ser todos espertos, Márcia. Olha porque é que não vestes aquele teu fato de couro que te assenta tão bem e vais procurar emprego? Também há as Novas Oportunidades, não sei se já ouviste falar, mas aí já não posso prometer nada...

Sobre o povo português

Podemos demorar anos e anos a sair da crise, mas ninguém é mais rápido do que nós a rir-se da desgraça. Valha-nos isso.

Sr. Primeiro Ministro,

Não arranja lá agora nos saldos de Massamá um pronto-a-vestir com uns casacos do seu tamanho? Assim depois podia devolver esses que pediu emprestados ao Schwarzenegger.

Post de m***a

Disponho neste momento de material suficiente para várias dezenas de piadas sobre colonoscopias. Mas não vou fazer isso porque este é um blogue com muito nível e também porque não se brinca com coisas sérias.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

A 1ª vez que andou de baloiço


Obrigada à semi-nómada, que insistiu em sentá-lo no baloiço

terça-feira, 28 de junho de 2011

O resto é conversa.

Quando somos citados na blogosfera é sinal de que somos importantes.
Quando se é citado aqui nas macacas é porque se pertence a um grupo muito limitado de pessoas que escrevem excepcionalmente bem. Somos exigentes, temos muito bom gosto e ficamos com urticária quando vemos a língua portuguesa ser maltratada. O Mak está nesse dito grupo dos bons e escreveu o post mais inteligente dos muitos que já li sobre o Angélico. E como eu nem conhecia o rapaz e porque sou uma pessoa doente, não escrevo, copio:


Fascinam-me as pessoas. Mais do que qualquer outra coisa...

Como o perfeito nerd que ia hoje à minha frente no metro com uma t-shirt que dizia "Man is incomplete until he get's married. Then he's finnished" e uma gorda aliança de namoro/noivado em ouro amarelo a luzir no anelar da mão direita.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Cada macaco no seu galho

Era capaz de escrever um tratado sobre o prazer que me dá pintar as unhas.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

e eu que dizia mal dos saldos da Mango

estas bermudinhas já cá cantam!

Receitas de beleza caseiras

Ontem, pela primeira vez na vida, resolvi experimentar uma máscara caseira para o cabelo e outra para o rosto!
Depois de uma breve pesquisa na Internet, decidi fazer uma mistela com pepino e farinha maisena para esfregar na cara, tudo muito trituradinho no liquidificador. Confesso que não fiquei fã... Limpou um bocado a oleosidade, mas lamentavelmente não operou as maravilhas de que eu estava à espera... Acho que a minha carinha está realmente a precisar é de apanhar um bocadinho de sol (com os cuidados inerentes à exposição solar).
Já a mistura capilar revelou-se um sucesso: 200 gramas de iogurte natural (ou seja, dois iogurtes) + um ovo (para hidratar e dar cabo da electricidade estática) e uma colher de sopa de mel (para dar brilho). Deixar estar um tempinho no cabelo e depois lavar normalmente com o champô. Posso garantir-vos que hoje tenho o cabelo bem lisinho e com um brilho diferente.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Hoje vai ser assim...


sardinhada e dolce fare niente

quarta-feira, 22 de junho de 2011

inspirações do momento ou momentos de inspiração

o novo sabor de cereja dos gelados Conchanata

escritas assim



piqueniques... pôr a mesa no jardim...





roupa (imaculadamente) branca

domingo, 19 de junho de 2011

곧 당신을보고 *



Aos nossos hóspedes das últimas semanas... Obrigada!
Pela companhia. Porque nos encheram a casa de amizade, daquela mesmo boa.
Só tenho a dizer que esse golpe do "Oceano Índico" é mesmo muito baixo... É daquela "chantagem" impossível de resistir!! :-)

* "até breve", em coreano, de acordo com o Google translator

isto não é um blog de culinária [5]

Ginginha

Não somos um blog de culinária e, na verdade, esta também não é uma receita tout court, na medida em que se trata de uma bebida e não se uma comida. Quem não gosta de uma boa ginginha? Seja a do Rossio ou a de Óbidos, com elas ou sem elas, em copo de chocolate ou num shot de vidro...
O maridão resolveu pegar numa receita da mamã (dele) e fazer ginginha caseira. Vejam lá se não é simples: num recipiente (que feche hermeticamente) juntar um quilograma de gingas, um litro (ou o suficiente para cobrir as gingas) de aguardente (não é preciso uma que seja muito cara ou muito boa, mas também não convém usar uma muito rasca!), 800 gramas de açúcar amarelo e 2 a 3 paus de canela. Depois é só esperar que a magia aconteça... É lenta (a ginga tem que estar a macerar pelo menos uns 3 meses), mas poderosa!!!


esta está a "apurar" desde há cerca de 3 semanas

Ainda faltam uns mesinhos para podermos dizer: TCHIN TCHIN!!!

Produtores de endorfinas

Desligar o som da televisão.

sábado, 18 de junho de 2011

Começa a ser difícil ver-te em todo o lado...



Para o que me havia de dar...

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Parfois on regarde les choses telles qu'elles sont en se demandant pourquoi


Habemus vestido!!!


Normalmente detesto os saldos na Mango. Parece uma feira, com roupa a cheirar a bolor... Mas não podia estar mais satisfeita com o 1º dia de Saldos desta loja (sim, os Saldos - Promoções, vá! - já começaram!!!). Não é que encontrei o vestido perfeito para o baptizado do catraio e, ainda por cima, só custou 18 euros!!?

Não sou nada supersticiosa

mas se há coisa que odeio é sonhar com dentes


(e acabo de me aperceber que verbalizá-lo me transtorna ainda mais)

quinta-feira, 16 de junho de 2011

quarta-feira, 15 de junho de 2011

too sweet

Há quem diga que o conceito "demasiado doce" não existe... Acho que até há um nome para essas pessoas... Senão me engano costumam ser chamados de "gulosos". Pois eu cá tenho a minha escala de tolerância ao doce muito bem definida, por isso é que acho que foi muito má ideia ter comido um gelado de doce de leite, com topping de caramelo líquido, smarties e bolacha esmagada... Valeram-me as raspas de chocolate negro, diz que é saudável!

Em busca do vestido branco perfeito



Dentro de mês e meio (se entretanto tiver tempo de passar na igreja a confirmar/reservar a data) o macaquinho M. vai ser baptizado. Aqui a mãe macaca anda numa busca desenfreada por um vestido todo branco, bonito, não muito caro, que me assente bem e com o qual me sinta confortável (assim como uma 2ª pele).

Já fui à Zara, mas este ano eles só fizeram túnicas e cintos (que raio! É tudo minúsculo e eu não me sinto bem com mini-saias, nem na Igreja, nem em lado nenhum...).

Acabo de regressar da Cortefiel, onde levei 5 vestidos brancos para o provador e nenhum me satisfez...
Na Lanidor, nada que me fizesse pensar duas vezes...
Na H&M fica-me tudo muito mal... E os que gosto não há em branco...

Acho que vou voltar à Massimo Dutti onde fiquei com um debaixo de olho, mas o preço impediu-me de o experimentar... Mas se me ficasse assim mesmo mesmo muito bem... eu fechava os olhitos ao preço e abria os cordões à bolsa...


Nos entretantos, todas as sugestões são bem-vindas!

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Calma, Kalimero!

Reestruturação da dívida, os tomates!

A Missão TROIKA+1 está a chegar.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Alguém me explique...

... onde raio estão as razões para celebrar/festejar?
Independentemente do resultado eleitoral, eu não consigo perceber o motivo de tanto festejo... Ou a crise já se foi e eu não me apercebi?

domingo, 5 de junho de 2011

Poff...

Caiu...

CAI!

CAI

CAI

CAI

CAI

CAI

CAI

Apenas 20 minutos depois, o comentário da noite

"Contra o Sócrates até um cão sarnento se safava melhor."

(anónimo)

...

sábado, 4 de junho de 2011

What is the glorious fruit of our land?



Resposta (previsível) amanhã ao fim do dia.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Random facts about myself

:: tenho carta de condução, mas não conduzo (não gosto)

:: tenho um pânico (irracional, como qualquer pânico que se preze) de alturas

:: sou perita na arte de procrastinar

:: não sou grande fã de sofás (ao contrário da maior parte das pessoas), sobretudo no que toca a uma actividade que adoro praticar: dormir

:: sou aquilo que vulgarmente se chama de "boa boca". Acho que está para ser inventado o alimento (leia-se alimento, hum?) que eu não seja de todo capaz de comer (claro que tenho os meus likes e dislikes, mas não há assim nenhum ódio de estimação)

:: tenho um olfacto extremamente apurado.

:: gosto de pessoas. Consequentemente, sou um bocado naba para tudo quanto é máquina.


E pronto, era isto...

Parabéns, princesa J.! Estás tão crescida!







A afilhada mais linda do mundo faz hoje 6 anos e aqui a madrinha babada leva muito a sério os seus deveres!



Exactly...

Av. de Roma, 9h30

Vendedora cigana: Venha cá menina, venha ver...
Eu: Não posso, estou cheia de pressa, já vou atrasada!
Vendedora cigana: Ouça, deixe-me dizer-lhe uma coisa... Você precisa de sorte... Tá a carregar mau-olhado... Há duas mulheres que têm muita inveja sua!

(Ok, até aqui nada de novo... Esta é uma abordagem habitual para chamar a atenção da cliente e tentar impingir uns óculos escuros ou uma carteira. O que realmente me intrigou foi o que veio a seguir...)

Vendedora cigana: Tens a pele morena, já apanhaste sol? (reparem que passámos rapidamente do você para o tu)
Eu: !?!?!?!?!?!??!!!...
Vendedora cigana: Saúde e sorte!

tenho a cabeça a fervilhar de posts

quarta-feira, 1 de junho de 2011

6 meses no Dia da Criança


Hoje fazes 0,5 anos (como diz a tua tia macaca) e estás tão crescido que até me faz impressão! Mudaste tanto em seis meses!!! E sobretudo, mudaste-me muito e à minha vida e à do teu papá, inequivocamente para melhor!
Dizer que gosto muito de ti é pouco! Dizer que és um bocadinho de mim não faz jus à verdade, porque tu estás dentro do meu coração para sempre e preenches a minha existência, como nada nem ninguém!