segunda-feira, 30 de abril de 2012

Littlest things

Encostada à boxe

Coluna nova precisa-se... urgentemente!
Ou só uma lombar que não se ressinta das tropelias com o piolho...


sábado, 28 de abril de 2012

cá b'jinho


sexta-feira, 27 de abril de 2012

Mudanças

Apercebi-me hoje de que, quando estamos numa situação imutável (ou cuja mudança - para melhor - não depende de nós) e em que já não temos nada a aprender, devemos ter a força suficiente para mudarmos, antes que essa situação nos mude a nós, para pior...

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Miguel Portas (1958 -2012)

Faço-me valer do texto abaixo transcrito, roubado a este blog, para expressar o que me passou pela cabeça quando soube da morte do Miguel Portas:

Uma mulher rasga a própria carne para pôr um filho no mundo. É assim o parto. Dores que não lembramos com ele nos braços. Dores que passamos para dar vida. Dores naturais pela vida. É assim. Cortam-nos o cordão de carne, o outro, o invisível, nunca, e carregamos os filhos ao colo pela vida. É tão natural. Não é natural que a vida nos leve um filho. Não há mortes justas, talvez só consiga aceitar quando já muito velhos nos faltam as forças, o corpo falha e nos deixamos morrer. Na natureza é assim. Nenhuma mãe deveria sobreviver a um filho. Não é natural. Nenhuma mãe deveria ter partos ao contrário. Nenhuma mãe deveria voltar a rasgar a carne. Nenhuma mãe deveria ter os braços vazios. Dói tanto. Não é natural.  

Porque não deveria haver partos ao contrário. Porque na morte de um Homem penso sempre na mãe. Em si, Helena, a mãe.

"Hoje deu-me para isto"

Há anos que não usava risco ao meio...

terça-feira, 24 de abril de 2012

25.04.11

O dia da Liberdade foi passado nos jardins da Gulbenkian. 
Estava sol. 
Baby M. já se aguentava tão bem nas "canetas" aos quase cinco meses e ainda tinha tão poucochinho cabelo...
Eu também... que nesta altura sofri bastante com a queda de cabelo pós-parto! Em compensação, ainda tinha o chamado "silicone dos pobres" :-) eheheheheheheheheheh

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Il était une fois

une jupe avec des petits lapins

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Yeap! That's pretty much it!


quinta-feira, 19 de abril de 2012

back on track

dúvidas de beleza

Alguém sabe se a Bodyshop ainda vende um rímel transparente? Fartei-me de usar este produto na adolescência e adorava, porque fazia o efeito de um rímel normal, mas sem borradelas... Era uma espécie de gel para as pestanas!

quarta-feira, 18 de abril de 2012

DDBR*


What if it rained?
We didn't care
She said that someday soon
The sun was gone shine
And she was right
This love of mine
My valentine

*dose diária de beleza recomendada

terça-feira, 17 de abril de 2012

Bad news, Don

Há sempre um pé que fica de fora.


put@ de crise!!!

até o papel higiénico do Minipreço tem mais folhas do que a edição do jornal que estamos a fechar

segunda-feira, 16 de abril de 2012

O teu rosto será o último

Em pouco mais de 24 horas lambi as mais de 200 páginas deste maravilhoso livro. Há estórias que se nos instalam debaixo da pele. E enquanto tento sossegar o coraçãozito e fazer (devagarinho, para durar) a digestão de tanta beleza, martela-me na cabeça a outra estória deste livro, a da sua criação. A estória de "um desses «azares da vida» (...) que depois descobrimos ser um instante de sorte, uma oportunidade que se abre, inesperada e irónica". E a certeza de que a vida está cheia deles.

Amigas dos tachos

Morangos podres não são uma cena gourmet, ok?

No room for doubt

domingo, 15 de abril de 2012

Está oficialmente aberta a época de caça...


...à alforreca.
E escusas de contar com os pacotes de amêndoas tipo Milão que ainda andam lá por casa. 
Estou a comê-las à velocidade de meio pacote por dia só para me livrar delas.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Na escuridão do quarto dele, enquanto espero que a sua respiração fique cada vez mais pesada e cadenciada e adormeça por fim, lembro-me muitas vezes de ti avó. De quando teimava em aninhar-me no teu colo mesmo quando já era bem maior do que tu (também não era difícil) , de como me dizias que tinha mãos de habilidosa e das tuas mãos, treinadas e pacientes, a ensinarem-me crochet. Das histórias que me contavas sobre a vida de trabalho no campo, sobre a infância do meu pai no monte – “um dia vou escrevê-las, num livro quem sabe”, digo tantas vezes -, dos provérbios, tantos que sabias de cor e aplicavas nas mais diversas situações. Mas a lembrança mais forte, avó, é a da terra que te viu nascer e ao meu pai, a terra que inconscientemente me ensinaste a amar e que um dia eu gostava que o meu filho também amasse desmesuradamente (como se houvesse outra qualquer forma de amar…). Mesmo que quisesse não poderia esquecê-la, porque trago colado à pele o calor do sol das tardes de Verão, o cheiro da seara e das silvas recheadas de amoras maduras, o canto dos grilos e o voo rasante dos morcegos nas noites abrasadoras passadas à soleira da porta. Fecho os olhos e consigo sentir o sabor dos figos e dos abrunhos apanhados à beira da estrada e ouço a tua voz, avó, as tuas palavras e os teus gestos, a ensinarem-me que a vida só vale a pena se pusermos amor em tudo aquilo que fazemos

Um americano em Portugal | An american in Portugal

Um artigo que vale muito a pena ler no:
An article worthreading in:

WSJ