segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

settle for

deparei-me com esta expressão inglesa ("contentar-se com" em português) nas minhas leituras austerianas e pensei que é bastante adequada a esta época de balanços/reflexões/resoluções de ano novo.
















e pronto...
era só isto.

procrastinadora, doce e flexível

um jantar com as amigas de sempre. conversas entre meninas/mulheres que dizem muitos disparates, e em que nem os muitos copos de tinto justificam a risota contagiante de quem tão bem se conhece e já partilhou tanto. mas estas meninas/mulheres também falam de coisas sérias. das coisas que nos marcam e que nos definem. das nossas pessoas e das pessoas que somos. daquilo que queremos ser. falam de sentimentos e do medo de falar de sentimentos, falam de passados edificantes e de um presente avassalador, ao mesmo tempo que ensaiam uma auto-definição, em apenas três palavras. 

as três palavras que dão título a este post são as que me definem, sem que a elas se resuma aquilo que sou e o que tenho para dar ao mundo... são apenas alguns dos adjectivos que, dia após dia, convivem com os substantivos que também fazem parte de mim: família, escrita, amor, sonho, fé, introspecção, e claro, amizade...

assim de repente, eu diria que foi uma óptima maneira de encerrar mais um ano. aliás, foi antes uma incrível forma de dar as boas-vindas a mais um conjunto de 365 dias a estrear.

ai pá não se aguenta (e um macaquinho infiltrado)







será culpa do Tic-Tac (do Jake e do piratas da Terra do Nunca) ou dos polos Lacoste (da FIC) que o avô usa?

fiquei ontem a saber que o animal preferido do meu filho é o crocodilo

2013: o ano da crise

da crise a doer. do fantasma do desemprego. do deixar de fazer muitas coisas porque o ordenado não estica. do fazer contas à vida constantemente. enfim, haja saúde... e trabalho! 

(a cena do baton vermelho não será por acaso... estudos revelam que este produto é muito mais utilizado em anos de crise. está visto que faço parte dessa estatística)

2013: o ano do baton vermelho

pus de lado os complexos e deixei-me contagiar pelo poder de um bom baton vermelho. há dias em que é claramente um life-saving item.

cruzando infâncias


sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

2013: o ano dos livros

muitos. bons. comprei imensos. li ainda mais. ofereci outros tantos.

2013: o ano dos casamentos

cinco no total. de bons amigos. especiais até mais não.

2013: o ano que passou a voar

e o Natal não foi excepção...

vir trabalhar estes dois dias é penoso...

... especialmente quando se sai de casa debaixo de um "ataque de beijinhos"

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

e já a pensar nos saldos



miminhos que sabem sempre bem


restos de Natal ao pequeno-almoço, ao almoço, ao lanche, ao jantar...


o melhor do meu Natal

a cara do M. quando viu o Pai Natal (a avó vestida do dito estava irreconhecível!) a irromper pela sala

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

lunch time


Não foi nada disto que eu pedi, Pai Natal

uns brônquios "sujos", uma garganta super inflamada e dorida, uma otite serosa no ouvido esquerdo e o regresso do ranho verde... 

Um feliz Natal minha gente!!

(com o patrocínio do antibiótico Klacid)

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013


 “The pleasure we derive from journeys is perhaps dependent more on the mindset with which we travel than on the destination we travel to.”

Alain de Botton, The Art of Travel

hoje é o dia

um dia vais assistir à primeira festinha de Natal na escola do teu filho. hoje é o dia.
só sei que ele vai vestido de mexicano, o que inevitavelmente me remete para um dos daddy blogs mais cools da blogosfera tuga.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

as fotos do passaporte electrónico deviam ser proibidas. tenho dito.