quarta-feira, 23 de agosto de 2017

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

motto


segunda-feira, 31 de julho de 2017

grata



tão grata pelo dia de ontem. 
grata pela filha, pela família, pelos amigos. 
pelo carinho, pela autenticidade e pela energia boa de todos quantos estiveram presentes. 
pela saúde, pela luz, pelo amor que nos rodeia.

"quem meus filhos ama, minha boca adoça". tão popular. tão verdadeiro. 
sentimento tão pungente no meu coração.

a maria recebeu o batismo. foi enxertada (à semelhança de uma boa casta) com o dom do Espírito Santo, como o "nosso" querido padre tão bem parabolizou.
a maria fartou-se de chorar quando lhe foi derramada água benta sobre a cabeça. 
disse que "não" e aninhou-se ainda mais no meu colo de cada vez que o padre lhe impunha as mãos.
e assim nos fez rir a todos, naquela "nossa" igreja enorme, mas que - à semelhança do batismo do manel - se tornou pequena e acolhedora, para receber a maria, numa cerimónia tão simples e intimista. e tão bonita. como a maria.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

nostalgic friday mood


quarta-feira, 19 de julho de 2017

You should be mine, cause I'm yours


no shame (game)


et voilà... esta é a minha (não-)barriga após o #desafio28diaspaleo. mas acreditem que neste caso o cliché "o interior conta mais do que o exterior" é mesmo verdade. deixei de sentir o constante inchaço abdominal e cólicas/gases associados, a minha barriga deixou de fazer barulhos acompanhados de desconforto a toda a hora, trânsito intestinal regular e normalizado. benefícios extra sistema gastrointestinal: pele visivelmente melhor, energia nos píncaros (high with no sugar!) = produtividade redobrada, menos episódios de doença e, obviamente, boost de auto-estima (quando já não me suportarem com esta conversa avisem, tá? hoje era isto ou o habitual post lamechas sobre o aniversário de casamento... ahahahahahahah).

terça-feira, 18 de julho de 2017

"MAS O QUE É QUE TU COMES AO PEQUENO-ALMOÇO?"

o mês de junho , para além do mês da varicela, foi também o mês das arrumações lá em casa e o mês em que fiz pela primeira vez um desafio de alimentação diz-que-é-uma-espécie-de-paleo. Assim sendo, foram 28 dias sem ingerir:

açúcares 
cereais (de qualquer espécie. ou seja, toda e qualquer farinha de cereal - refinada ou integral - arroz, massas e, obviamente, pão)
lacticínios
leguminosas (aprendi que o amendoim é uma leguminosa e não um fruto seco)
bebidas alcoólicas
alimentos processados
inhame, mandioca e batata inglesa (aka batata normal)
sal (q.b.)

sempre que alguém, nestes 28 dias, me oferecia a bolachinha da praxe ou qualquer outra coisa extra-desafio lá tinha que recusar, explicando porquê. a isto, seguia-se normalmente um rol de perguntas, a que eu respondia quase com uma palestra. A mais recorrente era: "MAS O QUE É QUE TU COMES AO PEQUENO-ALMOÇO?"
Motivada por esta curiosidade, uma das participantes no desafio - a doce (sem açúcar!) Andrea - resolveu criar o blog o que faço amanhã para o pequeno-almoço, que obviamente acrescentei à lista de sótãos arrumadinhos à direita. tem dicas preciosas e alternativas muitíssimo variadas para pequenos-almoços nutritivos e saudáveis. ide espreitar e atrevei-vos a experimentar!
Deixo-vos com uma coletânea (fotográfica) do que foram os meus 28 pequenos-almoços ao longo do desafio.



























 

sexta-feira, 14 de julho de 2017

hoje a Maria faz 18 meses

mas eu quero falar-vos do Manel, o meu bom gigante.


ele é cuidadoso, respeitador, tolerante, regista a educadora... e isso deixa-me a rebentar de orgulho, muito mais do que a "consolidação das competências necessárias", que obviamente também reconheço serem importantes, mas a verdade é que deposito grande parte das minhas fichas (ainda que de uma forma amplamente inconsciente) na educação para a empatia e no treino da inteligência emocional, porque a técnica - com a curiosidade que o carateriza - mais facilmente a adquirirá. 
para além disso, a grande (e feliz!) novidade é que o ensino básico vai sofrer alterações (para melhor!), nas quais se insere a já noticiada (e muito bem recebida!) alteração de mais tempo para brincar. Será que é desta que se começa definitivamente a caminhar para um ensino público adaptado (às crianças e professores) ao séc. XXI?

quanto a ela, aos 18 meses, é um pequeno furacão... tão diferente do irmão: afoita, decidida, despachada, sem medo de sujar as mãos, impulsiva, teimosa, refilona. 

não há dois filhos iguais. e também não há "educação de meninos" e "educação de meninas", no que aos valores nucleares diz respeito. porque tolerância, empatia, honestidade, bondade não têm género. mas também não são inatos, e por isso têm que ser treinados.