quinta-feira, 25 de maio de 2017

(não) fui ver... era um trovão!

eram 4h quando a noite foi rasgada ao meio pelo som de um trovão que durou uns bons segundos. nunca tive medo de trovoada, mas o que aconteceu esta madrugada teve laivos apocalípticos. no escuro e calor do quarto, eu e o meu marido, de forma completamente involuntária e instantânea, despertámos num salto e juntámos os nosso corpos num abraço que durou a eternidade daquele momento. o meu coração está a bater descontrolado desde então (juro!). tive Medo, acho que foi isso que senti: Medo, assim com maiúscula mesmo. acho que nunca me tinha sentido tão "pequenina", a sério!

segunda-feira, 22 de maio de 2017

domingo, 14 de maio de 2017

#salvadorable

como é que alguém com um coração tão bonito pode precisar de um coração novo?

terça-feira, 9 de maio de 2017

hoje fui à aldeia

deixar-vos uma sugestão.

AQUI

quinta-feira, 4 de maio de 2017

obsessed


quarta-feira, 19 de abril de 2017

isto de viver em sociedade é mesmo difícil, oh boy!




Vacinação é um direito e um dever. É um ato de cidadania.
A decisão de (não) vacinar contempla a defesa da saúde individual, mas também a proteção da saúde pública.
Não é admissível que na Europa do séc. XXI, morra uma jovem vítima de sarampo (doença praticamente erradicada graças à vacinação). 
Sou pela literacia em saúde e empowerment dos cidadãos, mas com base em evidência científica séria. O nosso Programa Nacional de Vacinação é um produto dessa investigação e evidência rigorosas. Não embarquem em movimentos-do-contra-só-porque-sim, nem alimentem especulação ou modas em torno de questões tão sensíveis. 
E cito o ministro da saúde, Adalberto Campos Fernandes, para que se evitem alarmismos, juízos de valor e julgamentos em praça pública.
(mas não resisti aos memes, sorry... só porque dão que pensar...)

segunda-feira, 17 de abril de 2017

mapas

ANDRÉ, ficas a saber que acicataste ainda mais o gosto do meu filho por mapas. 
Sempre que fala em Cabo Verde, fala com um brilho nos olhos dos mapas e dos aparelhos (GPS e tablets) que lhe mostraste no teu escritório...

Hoje, a Fátima (a sra. que trabalha lá em casa) faz anos e pedi-lhe que fizesse um desenho para lhe oferecer. Sem saber bem o que desenhar, sugeri-lhe o tema Cabo Verde, de onde ela é oriunda, esperando que ele desenhasse a praia ou o deserto... Pois ele resolveu desenhar as ilhas, tal qual a t-shirt que vocês lhe ofereceram com o mapa do arquipélago. Foi-se lembrando, de cor, de quase todas as ilhas e desenhou-as nas posições e tamanhos bastante aproximados do real. Enquanto eu insistia que a Brava era no Norte, ele teimava (e com razão!) que "Não é nada, mãe! É cá em baixo... ao lado do Fogo".
Fiquei parva com o detalhe... E orgulhosa. Tenho um filho com alma de cartógrafo... e de viajante...