quinta-feira, 25 de maio de 2017

(não) fui ver... era um trovão!

eram 4h quando a noite foi rasgada ao meio pelo som de um trovão que durou uns bons segundos. nunca tive medo de trovoada, mas o que aconteceu esta madrugada teve laivos apocalípticos. no escuro e calor do quarto, eu e o meu marido, de forma completamente involuntária e instantânea, despertámos num salto e juntámos os nosso corpos num abraço que durou a eternidade daquele momento. o meu coração está a bater descontrolado desde então (juro!). tive Medo, acho que foi isso que senti: Medo, assim com maiúscula mesmo. acho que nunca me tinha sentido tão "pequenina", a sério!

segunda-feira, 22 de maio de 2017

domingo, 14 de maio de 2017

#salvadorable

como é que alguém com um coração tão bonito pode precisar de um coração novo?

terça-feira, 9 de maio de 2017

hoje fui à aldeia

deixar-vos uma sugestão.

AQUI

quinta-feira, 4 de maio de 2017

obsessed


quarta-feira, 19 de abril de 2017

isto de viver em sociedade é mesmo difícil, oh boy!




Vacinação é um direito e um dever. É um ato de cidadania.
A decisão de (não) vacinar contempla a defesa da saúde individual, mas também a proteção da saúde pública.
Não é admissível que na Europa do séc. XXI, morra uma jovem vítima de sarampo (doença praticamente erradicada graças à vacinação). 
Sou pela literacia em saúde e empowerment dos cidadãos, mas com base em evidência científica séria. O nosso Programa Nacional de Vacinação é um produto dessa investigação e evidência rigorosas. Não embarquem em movimentos-do-contra-só-porque-sim, nem alimentem especulação ou modas em torno de questões tão sensíveis. 
E cito o ministro da saúde, Adalberto Campos Fernandes, para que se evitem alarmismos, juízos de valor e julgamentos em praça pública.
(mas não resisti aos memes, sorry... só porque dão que pensar...)

segunda-feira, 17 de abril de 2017

mapas

ANDRÉ, ficas a saber que acicataste ainda mais o gosto do meu filho por mapas. 
Sempre que fala em Cabo Verde, fala com um brilho nos olhos dos mapas e dos aparelhos (GPS e tablets) que lhe mostraste no teu escritório...

Hoje, a Fátima (a sra. que trabalha lá em casa) faz anos e pedi-lhe que fizesse um desenho para lhe oferecer. Sem saber bem o que desenhar, sugeri-lhe o tema Cabo Verde, de onde ela é oriunda, esperando que ele desenhasse a praia ou o deserto... Pois ele resolveu desenhar as ilhas, tal qual a t-shirt que vocês lhe ofereceram com o mapa do arquipélago. Foi-se lembrando, de cor, de quase todas as ilhas e desenhou-as nas posições e tamanhos bastante aproximados do real. Enquanto eu insistia que a Brava era no Norte, ele teimava (e com razão!) que "Não é nada, mãe! É cá em baixo... ao lado do Fogo".
Fiquei parva com o detalhe... E orgulhosa. Tenho um filho com alma de cartógrafo... e de viajante...

terça-feira, 11 de abril de 2017

resumindo e baralhando...

... é ISTO!

segunda-feira, 10 de abril de 2017

do dia em que passámos a 3

passaram ontem 7 anos sobre o dia em que nos fechámos na casa de banho (incluindo a nossa primogénita - a cadela) e dois tracinhos apareceram num teste de gravidez. em que acabámos abraçados (a cadela, inclusive) e a chorar (um misto de lágrimas de felicidade e medo). dois tracinhos que havíamos de batizar de Manuel.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

mood


quinta-feira, 6 de abril de 2017

"This is not 2017. This is the stone ages"

DIU - update

so far so good... que é como quem diz, já tive a 1ª menstruação após a colocação do DIU e sim, foi um pouco mais abundante do que o habitual, mas não foi ao ponto de correr o risco de ficar anémica, nem teve uma duração maior do que anteriormente. zero dores, zero desconforto... o que significa que está (literalmente) tudo no sítio (embora vá para a semana fazer uma eco para confirmar - um pró-forma exigido pela médica).

prós: a minha libido voltou - coisa mais querida de sua dona - já tinha algumas saudades, como devem calcular! perdi volume abdominal. já me suporto novamente e aos outros também e creio que eles a mim (alterações bruscas de humor desapareceram). 

contras: sinto dores na ovulação (que não passam de uma noite de cãibras abdominais... suportável portanto). uma ou outra borbulha na cara (que com uma alimentação mais regrada também se controla). tenho craves de chocolate e cenas doces na fase pré-menstrual (opto por chocolates com 90% cacau, tâmaras e uma vez ou outra lá disparato, que também não é o fim do mundo e um kinder bueno também nunca matou ninguém).

terça-feira, 4 de abril de 2017

hoje fui visitar a rapariga da aldeia e levei um relato da viagem a Cabo Verde.
uma vez mais, um agradecimento especial aos anfitriões.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

férias

souberam a pouco...
deixei-vos algumas fotos, AQUI, viram?
amanhã conto fazer um relato dos dias passados de chinelo no pé.

quinta-feira, 9 de março de 2017

one small step...

pus a minha mãe a comer papas de aveia.

quarta-feira, 8 de março de 2017

grande regresso (de uma grande mulher)


terça-feira, 7 de março de 2017

muito a propósito do dia de amanhã, disto de se ser mulher

ir à procura de uma mochila. comprar um bikini.

sexta-feira, 3 de março de 2017

[hashtag]jáparavascomisso!

#eatclean
#borasersaudável
#volumeabdominalfoiparaoespaço
#fitmom
#superação
#yeswecan
#burpees
#desafio
#quemdiriaqueelacorria
#admirávelmundonovo

todas as hashtags têm ido dar ao mesmo... por agora, aguentem-se, porque é o que há!
é que de inchado, atualmente, só tenho o ego. e sabe mesmo bem, caramba!

quarta-feira, 1 de março de 2017

em repeat


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

cenas do bem

 tarte de maçã: ovos, banana, maça, aveia, canela 
(e coco ralado, opcional)


chips de couve kale
(tempero: sal, pimenta e alho em pó)


panquecas de aveia, ovo e banana 
(a receita mais simples e infalível de panquecas saudáveis)

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

time for... repost #9

coisas que só as viagens nos imprimem nos sentidos

a cor e o cheiro do alto mar. a fontana di trevi ao virar da esquina. o nascer do sol na savana africana. os labirintos do grande bazaar e os aromas do bazaar das especiarias em istambul. jazz ao vivo em new orleans. o calor do deserto do dubai. a imponência do duomo em florença. o deleite de uma chocolateria artesanal em bruges. as cores do fundo do oceano índico. o som da buzina de um barco no mississipi. o cheiro dos limoeiros e das glicínias em capri. o sabor de uma pint de guiness acabadinha de tirar. o toque frio de uma cobra em central park. a chuva em la hulpe. baguettes em paris. os ecrans em times square. o chão de mármore da catedral de milão. as cores das capolanas e os olhos doces das crianças moçambicanas. o frio na barriga na subida ao empire state building. as amendoeiras em flor do van gogh.
podia estar o dia todo nisto...

girl crush #15






Sandra Celas
  uma beleza portuguesa que encanta e também canta (e bem)

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

19 anos

foi o tempo que passou desde o nosso primeiro beijo, naquele restaurante na rua da misericórdia. milhões de beijos, um casamento, dois filhos e dois cães depois, tu continuas a ter a mesma doçura. sim, tu és doce. és um marido-bombom. um pai-mel. um homem doce. mesmo que quisesses não podias esconder essa doçura, porque ela não está nos teus olhos, mas no teu olhar (é um filtro com que encaras a vida, ainda que às vezes tentes contrariá-lo).

é uma doçura muito tua a que está lá de cada vez que me beijas ou me fazes rir. sempre que arquitetas partidas “infantis”. no teu esmagador “sentido de família”. nos bilhetinhos com que me alegras os dias, amiúde. na forma como cuidas dos miúdos (aí, é doçura em estado líquido!) e de mim (caramba, tu és o marido que se deita às tantas para validar as faturas pendentes que eu tinha no último dia/horas do prazo legal para o fazer!). é a doçura com que inconscientemente impregnas a tua forma de ser, de viver e de amar.

em cada dia destes 19 anos gostei um bocadinho mais de ti, mesmo naqueles dias em que não gostei. em que me zanguei. em que me frustrei. em que me senti sozinha. em que o perigo do “dado por adquirido” se tornou consciente. nesses dias também gostei um bocadinho mais de mim. de nós.

não percebo o teu espanto quando te falo em ter mais filhos. porque para mim é óbvio este desejo de ter mais filhos contigo. pelo pai que és, todos os dias. pelo companheiro que és, no dia-a-dia. pelo homem que te tornaste.

tenho vontade de mais filhos e tenho tantos outros desejos… como o de que a palavra cumplicidade continue a definir este nosso caminho, meu amor.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

querem maior prova de amor?

um dia depois do tão proclamado dia do amor, o meu marido deu-me a derradeira prova de amor: ficou até às tantas no PC a validar-me as 141 faturas que eu tinha pendentes a escassas horas do término do prazo para o efeito. e nem me deu nas orelhas por não o ter feito, e olhem que eu bem merecia, porque não há maior calona que eu para este tipo de coisas. calona, desorganizada e naba.
se isto não é amor, então não sei o que será.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

"para ela nunca secar..."



para ti, que andas obcecado com esta música.
para nós, que de hoje a uma semana comemoramos 19 anos juntos.

a sair da casca (e o que eu gosto desta versão dele!)

prometi-lhe morangos a seguir ao jantar. mas ele terminou de comer antes de mim e eu ainda estava nas últimas garfadas quando de repente, com aquele vozeirão de homem com que às vezes já se expressa, me diz: "MÃE, ONDE É QUE ESTÃO OS MEUS MORANGOS?". ao que eu lhe respondi: "e as tuas boas maneiras, manel, onde estão?". ele adocicou-se, sorriu com os olhos, todo ele mel, mas em malandro e apontando para a garganta disse-me: "estão aqui. presas... não conseguem sair cá para fora". meu rico filho, que gosto dele de todas as maneiras e feitios... mas assim, argumentativo, fica ainda com mais pinta.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

well that's a first


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

às vezes não me reconheço

eu corri. primeira pessoa do singular do pretérito perfeito do verbo correr. e gostei.
eu corri, sem parar e a um ritmo jeitoso, três voltas (intercaladas com burpees, agachamentos, pranchas e sei lá que outros atos de tortura exercícios) a um quarteirão. e tive vontade de continuar. soube-me bem. até agradeci à professora ter-me posto a correr, porque se há uns tempos alguém me dissesse que eu iria fazer isto, eu rir-me-ia muito na cara dessa pessoa. há coisas incríveis e a capacidade (ainda que mínima) de nos superarmos é uma delas.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

onde é que se come uma boa baklava em Lisboa?

estava a ler ISTO e a perguntar-me...

(de avelã não conhecia, só de pistácio, mas não sou esquisita)

Um dia falo sobre saúde sexual e reprodutiva no blog. Hoje é o dia.



Em primeiro lugar, porque me apetece. Depois, porque neste blog não há temas-tabu.



Começo por esclarecer que este post NÃO É um post publicitário, NEM TÃO-POUCO É um ensaio científico baseado em evidência sobre a temática em questão. Diz somente respeito à minha experiência pessoal e à opinião que tenho atualmente sobre estas coisas da contraceção e afins. Assim sendo, é apenas uma tentativa de desconstruir ideias pré-definidas, discutir conceitos que damos como adquiridos e, se estimular em quem o ler, uma fome de informação, já cumpriu 99,9% do seu propósito.



É que em questões de saúde (como em muitas outras) informação é poder! Não esperem que os médicos vos informem, porque essa não é a função deles. Estes profissionais estão formatados para tratar/curar/resolver e balizados por apertados (e obviamente necessários!) protocolos de atuação que os impedem de ter uma prática clínica mais individualizada. Acredito que muitos se sintam frustrados com este sistema, mas o facto de estarem conscientes disso já é um chega-pra-lá no paternalismo que ainda tende a grassar na classe (cada vez menor, thanks god!). Isto para dizer que cabe a cada um de nós fazer as perguntas certas, procurar informação em fontes credíveis… É nisto que reside o tão desejável empoderamento de cada um de nós, enquanto cidadãos. No caso da saúde, com ganhos adicionais no nosso status de saúde e na nossa qualidade de vida.



Mas voltemos ao tema sobre o qual hoje me debruço: planeamento familiar, contraceção, saúde sexual e reprodutiva. Se há tema importante para o bem-estar emocional e físico de uma mulher é este, minha gente!

Mesmo entre amigas, falamos de tanta coisa (roupas, gajos, relações), mas nunca abordamos estas questões a fundo. À maior parte de nós foi-nos “oferecida” uma pílula ali pelos finais da adolescência, altura em que visitamos pela primeira vez o ginecologista e tendemos a iniciar a vida sexual. Nem nos questionamos sobre o porquê ou acerca de eventuais alternativas. É assim porque sim! Foi assim comigo. Até ao dia em que parei de tomar a pílula, quase 10 anos após ter começado. Motivo: querer ter filhos. Tão simplesmente isto. E foi aí que começaram todos os porquês.



“Então mas a libido afinal é isto?”, “Ui, que eu nunca tinha sentido isto antes… e que bem que sabe”, “Até tenho algumas dores da ovulação, mas ao menos já me aturo a mim mesma e livrei-me daquelas alterações de humor completamente intoleráveis”. Pois é minhas amigas (e amigos, se é que ainda me estão a ler, que este post não é só para meninas!), é triste ter vivido toda uma vida até aos 30 sem noção de como se comporta e é suposto naturalmente comportar o meu próprio corpo (sem hormonas)”. Percebi, com uma clareza por demais evidente, que sou uma pessoa com pílula e outra diferente sem pílula. “Domesticada” é a palavra que melhor descreve como me sinto.



Ontem – depois de mais cinco anos a tomar a pílula e a maldizer a minha vida sobretudo devido à falta de lbido e ao humor descontrolado aos altos e baixos (há inclusivamente estudos que relacionam a toma da pílula à depressão), de uma segunda gravidez e de uns quantos meses passados novamente “domesticada” – pus um ponto final nesta minha história com a contraceção hormonal oral (pelo menos para já, que nestas coisas nem NUNCA, nem SEMPRE!). Depois de me informar com diferentes profissionais, conversar com amigas, ler sobre as diferentes alternativas e colocar as questões certas à minha ginecologista/obstetra, decidi (Eu! Não a médica! A isto se chama decisão informada!) colocar um dispositivo intrauterino (DIU) de cobre (que é um método barreira, ou seja, não hormonal). Claro que, à semelhança de qualquer método contracetivo, o DIU de cobre não é isento de efeitos adversos, sendo que o mais comum é o aumento das hemorragias menstruais, segundo a médica. Vamos ver como corre… Posso garantir que, no meu caso – volto a frisar que esta é a minha experiência pessoal! –, não senti a mínima dor ou desconforto na colocação (e olhem que ia cheiinha de medo!). Quanto a efeitos adversos, espero para ver, tendo sempre em mente o comentário da médica ontem na consulta, aquando da colocação do DIU: “daqui a uns tempos está cá para tirar esse e por o Mirena®”.



Isto porque a médica acha que os fluxos menstruais anormalmente abundantes (que até podem não vir a acontecer) terão impacto na minha qualidade de vida. A título de esclarecimento, o Mirena® é um DIU hormonal que equivale à pílula da amamentação (Cerazette®), pelo que inibe a ovulação e a menstruação. Tem como efeito secundário mais comum o inchaço abdominal, mas os efeitos habitualmente associados à contraceção hormonal oral são muito menores devido à via de administração (o que também acontece com o anel e o adesivo, ambos hormonais).



Nota: A colocação do DIU não está indicada para quem nunca esteve grávida, pariu ou foi mãe. O único método barreira, nesse caso, continua a ser o preservativo (masculino ou feminino).



Espero que esta minha partilha (reafirmo, PESSOAL!) vos inspire a “empoderarem-se” neste ou noutro sentido, aliás, no sentido que fizer mais sentido (passo o pleonasmo) para vós!

Eu consegui que uma ginecologista/obstetra me dissesse, com todas as letras, que na fase da vida em que me encontro as hormonas associadas à contraceção não me conferem qualquer benefício em termos de saúde. Acreditem que isto é revolucionário! Para mim, já é uma vitória (embora isto não seja uma guerra, atenção!). Mas, acredito que é assim que se mudam mentalidades e se vão desconstruindo “verdades” instituídas!



Sejam responsáveis por vocês, porque mais ninguém o vai ser. Informem-se. Conversem. Partilhem. Cuidem-se. Porque (ainda!) somos nós que mandamos no nosso corpo.

(o marketing e imagem do DIU ultrapassa-me, confesso... não consigo decidir se é bom ou se é mau)
mudança de look, AQUI

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

alimento/ingrediente fetiche do momento

tâmaras medjool

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

alimento/ingrediente fetiche do momento

romã

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

janeiro é mês de #gettingthingsdone


marquei as férias. tenho agendadas consultas de rotina em três especialidades. dei mega arrumação no quarto dos miúdos e na sala. tenho trazido almoço de casa todos os dias.

e hoje de manhã... tchã, nãaaa, nãaaa, nãaaaaaaaaaaaaa... hoje de manhã, inscrevi-me em aulas de exercício físico (pós pós-parto). para já uma vez por semana, mas pouco é melhor do que nada, certo?

só me falta validar as faturas no site das finanças... mas amanhã ainda é janeiro.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

dias de chuva pedem música



este senhor tem o dom de transformar músicas que no original não me dizem absolutamente nada em canções-que-oiço-em repeat-e-até-vou-pesquisar-a-letra. esta da Katy Perry é um exemplo.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

leitura indispensável

manual de sobrevivência para anti-trumpistas

"essas coisas que tu agora comes"

é assim que a minha mãe, mas principalmente a minha avó (quase com 92), se refere às mudanças que tenho vindo a imprimir à minha alimentação. como estou mais magra (quer dizer, estou no meu peso normal, é preciso não esquecer que há bem pouco tempo estava grávida e não gorda!) e tenho (sempre tive!!) olheiras, acham logo que estou "com mau ar" ou "doente" e não há como fazê-las ver que não ando a comer "só sementes", que na realidade como de tudo e de forma muito equilibrada. 
A máxima tem sido: o que antes era regra, hoje é exceção. Acho que a grande mudança tem sido ao pequeno-almoço: deixei de enfardar folhados de salsicha, pães com chouriço, empadas ou merendas com meia-de-leite (com açúcar!) e rendi-me à diversificação alimentar na primeira refeição da manhã, cortando radicalmente com o leite e com o açúcar. E as diferenças em termos de bem-estar e energia são notórias. 
Há, efetivamente, uma série de alimentos que não faziam parte da minha dieta até há bem pouco tempo (e que hoje estão muito em voga e bem que podia ser mais baratos), mas que só vieram acrescentar valor do ponto de vista nutritivo ao meu dia-a-dia. A título de exemplo: abacate, aveia, tâmaras medjool, tapioca, lentilhas, arroz integral, feijão mungo, espelta, trigo sarraceno, quinoa, quark, bebidas vegetais, frutos secos e sementes no geral. 
Tenho uma grande vantagem que é não ser esquisita e gostar de praticamente tudo: o que é válido para o bem e para o mal. Volto a dizer (mãe, estás a ler-me?) que continuo a comer de tudo! Mas com muito mais moderação e bom senso. Não faço parte de nenhuma seita e não tenciono pregar a palavra, a sério, é só vontade de continuar a sentir-me bem, por dentro e por fora.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

da #WomensMarch


da cidade, com cheiro a m...

hoje levei um desabafo "mal-cheiroso" até à aldeia.
assegura-me a Rapariga, que na aldeia isto não se passa... que sorte a dela!

trágico-cómico



sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

"isto foi horrível"

tão pobre, tão vazio, tão errado este discurso do Trump, que o desabafo do comentador na SIC Notícias resume na perfeição.
não sei o que é que me arrepia mais... se é o frio ou o valor da conta de eletricidade cujo prazo para pagamento termina hoje.

procura-se



vou precisar de uma embalagem de omeprazol

para engolir este sapo

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

10 anos de blog


bem que me parecia que a data 16 de janeiro me dizia qualquer coisa, e que para além de ser o dia mais triste do ano - a chamada blue monday - tinha um qualquer significado no meu calendário pessoal. 

o sótão fez anos! mais precisamente 10 anos! 

passou uma década desde o primeiro guincho! uma década a escrever sobre tudo e sobre nada. em 10 anos muita coisa mudou, mas houve tanta coisa se manteve inalterável. 

desafio quem me lê a escrever, em 10 palavras, aquilo que sente por este cantinho, que é já um pedacinho do que eu sou. nos comentários a este post ou nos vossos blogs. digam coisas. gostava muito de vos ouvir.

em janeiro sempre foi inverno no hemisfério norte

camisolão de lã. gorro. capuz de pêlo. collants polares por baixo das calças.
o frio não está para brincadeira, mas eu também não. e por isso foi nesta figura que saí hoje de casa.

é janeiro. estamos no hemisfério norte. é inverno e a roupa de inverno serve para isso mesmo. para vestir no inverno. para estarmos bem agasalhados.

por isso minha gente, agasalhem-se e parem de se queixar das condições atmosféricas, porque podem estar poucos graus lá fora, mas já viram bem o dia lindo de sol com que fomos brindados? 

PS - já para não falar do facto de termos um teto quentinho para nos abrigar nestas noites geladas. pensei nisso e senti-me grata quando hoje de manhã olhei para as bochechas-rosadinhas-de-cama dos meus filhos.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

MLK


sábado, 14 de janeiro de 2017

1 ano de maria



Às vezes não cabe no mundo
Tudo o que eu te quero dar
O tom e a cor de escurecer
Com o pensamento a milhas do sistema solar

Um brilho dentro do meu quarto
Acende a noite para mim
E desfaz o nosso pacto
Do espaço fronteiras e coisas afins

Espreito ao longe o universo
Solto em bolhas de sabão
Agarro os sonhos que me abraçam
Só para entender de que matéria são

Procuro com urgência e fogo
O mapa de um tesouro meu
Entre a deriva do teu corpo
E a bússola atenta do meu coração

O meu amor é tão bom
Que é só meu, só meu, só meu
O meu amor tá em modo de ser
Que é só seu, só seu, só seu
E é que não acaba mais
Tudo o que o meu amor tem
O meu amor é só meu
Não o dou a mais ninguém

Às vezes sentados no mundo
A balançar as pernas por cima do mar
Perdemos o tempo, mas por um segundo
Matamos a saudade que nos há de salvar

E eu cuido de mim prometo
Se doer, doeu, se chorar chorei
A vida é tudo o que me ensinares
E mais tanta coisa que só eu é que sei

O meu amor é tão bom
Que é só meu, só meu, só meu
O meu amor tá em modo de ser
Que é só seu, só seu, só seu
E é que não acaba mais
Tudo o que o meu amor tem
O meu amor é só meu
Não o dou a mais ninguém

O meu amor é só meu
Não o dou a mais ninguém

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

não é sobre ser-se refugiado. nem sobre ser-se grego. sírio ou português. é sobre ser-se humano.

Nos Estados Unidos da América, o Trump usa de toda a sua arrogância para mandar calar jornalistas na sua 1ª conferência de imprensa oficial. No Nepal, uma adolescente de 15 anos morre isolada numa cabana, onde se encontrava presa por estar menstruada. Em Portugal, há jornalistas que sobrevivem graças ao Rendimento Social de Inserção.


Na Grécia, há refugiados sírios a partilhar a comida que lhes sobra com os sem-abrigo e famílias carenciadas gregas.
No seu discurso de despedida, Barack Obama disse, numa ode à democracia:"If something needs fixing, lace up your shoes and do some organizing"

E eu? Eu desiludo-me diariamente. Nunca como nos dias que correm me desiludi tanto. Mas também nunca como hoje sinto bem lá no meu íntimo uma esperança e um poder inabaláveis, de quem vive momentos históricos e fraturantes e sabe que a resposta está na empatia, essa capacidade que nos torna infinitamente mais humanos.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017


segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

de boas intenções está o inferno cheio

percebi hoje e de forma pungente o que isto quer efetivamente dizer. 
sinto-o na pele, como uma queimadura. no coração, como um petardo.
aprendi-o à bruta e, malogradamente, com danos colaterais que não consigo controlar, ainda que desejasse com todas as forças que os estilhaços me atingissem apenas a mim. 
ter boas intenções, em teoria, não se traduz invariavelmente em resultados positivos e felizes, na prática.
lição aprendida! é mais uma, a juntar à lista de "dores de crescimento" que se tem vindo a avolumar de há uns tempos a esta parte.
há um reverso muito perverso nas "boas intenções". não me deixo mais iludir. 
até a vontade de cuidar deve ser (bem) doseada. 
até o gostar precisa de ser medido, a régua e esquadro. 
e eu nunca fui muito boa a geometria. 

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

"Achei o medo numa esquina / Mas com o meu fato de heroína / Desafiei-o e venci"



um regresso que me inunda de nostalgia

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

estas também vieram



em pele. em saldos. em bom.

não são os adidas gazelle, mas...



são ainda mais bonitos, bastante mais baratos (1/4 do preço e nem sequer estavam em saldos) e têm a mais bonita combinação de cores de todo o sempre (rosa e cinza). 

e é por isto que nunca serei uma blogger de e da moda.

são da zara kids. e são meus. 
leram bem... zara kids. fazem sapatos até ao 38 (alguns modelos até ao 39), super resistentes, confortáveis e duráveis, com design muitas vezes mais original por serem para crianças. sou mega fã.

porque o Natal é quando um Homem quiser...

... e os amigos puderem... e os filhos deixarem.

Jantar de Natal no Dia de Ano Novo, a nova tradição entre amigos, explicada na aldeia.