sexta-feira, 21 de setembro de 2012

lanche no parque




um dia a dois


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

eu também (vi e) vou falar da casa dos segredos

o Rui é "caixa" no Pingo Doce a que vou habitualmente

a Sandra é igual à Helena Cruz Lopes (pivot da RTP Informação), mas com uma cabeleira de caniche loira

momento alto da noite foi quando aquele concorrente que vende na feira chamou Júlia à Teresa 

sábado, 15 de setembro de 2012

A 1ª MANIF do Manel


Um mar de gente arrepiante... Estamos a falar de uma manifestação civil, que nada teve que ver com partidos ou sindicatos, uma "prova de amor" à democracia e ao país convocada informalmente  através das redes sociais. Contra a austeridade! Pela dignidade!

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

"I see beauty in the rain"



quinta-feira, 13 de setembro de 2012



Agora que a lombar sossegou, a cervical resolveu mostrar o ar da sua graça... Ah, coluna com personalidade! IRRA!

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

ai que o meu ♥ não aguenta tanta fofura

faz questão de estender a toalha sozinho

terça-feira, 11 de setembro de 2012

O meu novo lema



balanço

tirando a brutal e extremamente incomodativa alergia ao sol que fiz e os dois dias que passei cheia de dores por causa de um cabrão de um torcicolo do demónio as mini-férias até que foram boazinhas, obrigada

as romãs da vizinha...


...são bem melhores que as minhas. Até porque eu não tenho romãs!
E estas são ainda melhores porque estão a crescer para o lado de fora do gradeamento (leia-se "via pública"). Só estão ainda um bocadinho verdes... mas eu sou paciente.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

recomeçar




mini-férias numa imagem


este sorriso diz tudo

auto-retrato, by M.



Pingo Doce... venha cá!

Não há regresso de mini-férias sem uma ida ao supermercado do bairro para repor os bens de 1ª necessidade ao frigorífico lá de casa. 

Valha-me o sistema de mensagens do BB que me permite ficar em casa sossegada, fazendo uma espécie de assessoria das compras em directo. 

E os rapazes até se divertem mais sem mim, estou em crer!

terça-feira, 4 de setembro de 2012

sai mais um sublinhado...

"não há rapaz que se lembre melhor do que aprendeu na escola que aquele que tenha sido obrigado a abandoná-la"

in O Tigre Branco, Aravind Adiga

vida

sentir as rédeas a escaparem-se das mãos é tramado.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

não sei se vos acontece...

... mas eu não posso ler revistas de moda/estilo que me apetece logo ir a correr comprar tudo o que é cosmético: óleos corporais, cremes hidratantes, loções desmaquilhantes, vernizes, bases, máscaras e batons!

a vida em standby

Ultimamente tenho vivido atormentada com a questão: "será que vou voltar ao que era antes?/será que a minha vida vai voltar ao normal?". E se esta questão, à superfície, pode parecer simples - remetendo apenas para o plano do bem-estar físico devido a um problema de saúde, consequente cirurgia e processo de recuperação que actualmente atravesso - na realidade não é tão simples assim...

Nesse "antes", entre tantas outras coisas, havia uma rotina que me tranquilizava, havia um emprego que apesar de não ser perfeito me permitia fazer o que gosto sem grandes sobressaltos, havia menos limitações físicas (ainda que - tenho que acreditar! - estas sejam temporárias), havia uma relação muito mais despreocupada com o dinheiro, havia menos incerteza em relação ao futuro.

Neste momento, é como se a minha vida estivesse em standby. Como se alguém tivesse carregado no pause para um breve intervalo... Porém , tomando à letra as palavras de Mia Couto, provavelmente agora é que estou a viver de verdade, porque "a vida é a espera do que pode ser vivido". E, na verdade, nunca como agora esperei com tanta ansiedade o que aí vem para viver, ainda que inúmeros receios me invadam (eu também sou humana, tá?). O que me leva a concluir que se calhar o querer voltar ao que era antes não passa de medo e de insegurança. E que estas fases de transição são cruciais para evoluir, para crescer, para atribuir novos sentidos à vida.

E embora o "agora" possa estar cheio de desafios difíceis, mudanças imprevisíveis e de desconhecido... acho que já é tempo de voltar a carregar no play.

sábado, 1 de setembro de 2012


Há 21 meses, chegavam à maternidade as primeiras visitas para conhecerem o M.: 3 kilos e 52 cm de gente, olhinhos achinesados, rugas na testa e mãos (tão perfeitinhas!) fechadas em jeito de protecção. Eu - barriguda da cesariana, desgrenhada da almofada, com as pernas inchadas da anestesia, olheiras até aos queixos - acho que nunca na vida me senti tão vaidosa. Aquele ser minúsculo era meu. Meu e do meu homem, em cujo olhar eu via (e ainda vejo!) reflectido um orgulho desmesurado em mim e no nosso filho.