domingo, 13 de março de 2011

isto não é um blog de culinária [2]

Há dias, a conselho da macaca, resolvi fazer esta receita.
Nunca tinha feito muffins/queques/madalenas ou afins, mas tinha umas formas novas de silicone tão giras a pedir para serem estreadas... e assim foi!
Não adicionei as sementes de papoila porque não consegui encontrá-las à venda em nenhum lado e substitui o açúcar em pó por açúcar "normal", isto é, açúcar branco refinado. O resultado: pequenas nuvenzinhas de sabor a limão, tão fofas, mas tão fofas... que marcharam logo duas, acabadinhas de sair do forno!


É uma receita super fácil de executar e só tem um senão... é que estes muffins desaparecem em menos de nada!!

isto não é um blog de culinária [1]


Hoje nasce uma nova rubrica (enquanto não avançamos com um novo blog, que isso dá um pouco mais de trabalho...)! Porque somos umas macacas comilonas, porque gostamos do mundo da culinária, porque até fazemos umas coisas bem gostosas e... porque sim!

quarta-feira, 9 de março de 2011

ó pá, e eu que achava as músicas do david fonseca irritantes

No outro dia de manhã dava de mamar ao M. no meu quarto, partilhávamos aquele momento mágico ao som da rádio e passou uma música nova que desde logo me soou especial... Hoje descobri este vídeo no YouTube e apeteceu-me partilhar com vocês, "the special ones", os que sabem quem eu sou... E dedico-a também ao M. que, aos poucos, me vai tornando numa pessoa muito melhor e me faz descobrir quem eu sou realmente.

terça-feira, 8 de março de 2011

A nós

terça-feira, 1 de março de 2011

Das alcunhas

Não sou grande fã... Mas ao M. chamam-lhe de tudo e confesso que a algumas até acho graça e também as uso:

caganita
txutxuquinho

quiquinho

chouriço

lombriga

compadre

boneco

3 (Parte II)

Estes três meses passaram a voar...
Foram três meses de grandes emoções, muitas delas a estrear!
A maternidade é tudo o que dizem por aí e muito mais... É perceber que os nossos limites vão muito para além do que imaginávamos. É um aguçar dos nossos sentidos e da nossa sensibilidade. É ser invadida por certezas e conhecimentos (e claro muitas dúvidas) que até há bem pouco tempo não habitavam em nós. É sentirmos uma tranquilidade que nos parecia impensável sentir perante um ser que depende inteiramente de nós. É aprendermos a conhecer alguém tão profundamente, mais até do que a nós mesmos. É querer mostrar este nosso amor maior ao mundo... É fazer figuras ridículas até mais não... É viver um milagre diário, o milagre do amor em estado puro, bruto.

Passados três meses sou capaz de chamar "meu filho" ao M., mas ainda não me consigo auto-intitular de "mãe"... Talvez por ser um papel muito exigente. Ou talvez porque as palavras ainda não estão ao alcance do M. e só quando o ouvir a dizer "mãe" terei essa noção. Para já, brinda-nos com sorrisos que lhe iluminam todo o rosto e o meu coração (de mãe).

3


Aos três meses, a vida do M. tem muitas cores... e tenho a certeza que é feliz.
E isso basta-me!


sábado, 19 de fevereiro de 2011

Não usar em dias de Inverno

Este aviso devia constar na amostra de creme hidratante que utilizei hoje depois do banho. É que cheira a protector solar (logo, cheira a praia, a Verão, a sol...) e numa manhã cinzenta e chuvosa como a de hoje é coisa para provocar tendências suicidas numa pessoa.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

...

sábado, 5 de fevereiro de 2011

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

2 meses

Lá fora, fica a agitação das ruas da cidade, a multidão inquieta. Porém, aqui, estamos fora do tempo. Aqui, neste bercinho, há um milagre. É o ponto central do universo.

Pamela Dugdale, in bebé giftbook

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Somewhere

Não sei se recomende ou não recomende. De há uns anos para cá não tenho estômago para filmes tristes. Fico com vontade de sair da sala de cinema e de mandar à fava o realizador que acha que tem o direito de entrar por nós adentro e fazer-nos sentir aquela tristeza toda sem na verdade termos feito mal a ninguém.

A Sofia Copolla é brilhante a fazer o espectador sentir o que vai dentro das personagens. Sem diálogos de ir às lágrimas, sem considerações fáceis sobre a vida. Um plano de 3 minutos do Johnny sentado no sofá de olhar vazio consegue levar-nos a nós para aquele sofá e aquela vida vazia. And it doesn’t feel good.

O filme é turbilhão de sensações. Na grande maioria desagradáveis, pesadas, duras, daquelas que nos dão vontade de fechar os olhos enquanto esperamos que passe. Mas depois há aquela luz constante das Virgens Suicidas que quase cega, o sorriso da Elle Fanning, que é a miúda com mais pinta de Hollywood, e o contraste com a escuridão da personagem é tão forte que não há maneira de ficar colado à cadeira… Eu sei, isto soa tudo muito pseudo-intelectualoide. Mas há coisas que têm de ser sentidas para serem compreendidas e eu não tenho muito jeito com as palavras. Vejam. Ahhh e a música....

Ajudinha, não? Anyone...snifff

sábado, 22 de janeiro de 2011

Constatações

Pois é, lixei o layout do blogue.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Uma moedinha, por favor?

Anne Hathaway: a nova Catwoman.
Deviam fazer-lhe o mesmo que aos outros gatos: fechá-la numa cave. cssssss!

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Be Don Draper

Vá lá, rapazes, não é assim tão difícil! :)


Don Draper's guide to picking up women por pedroliveira_69 no Videolog.tv.

domingo, 16 de janeiro de 2011

por mero acaso, acabo de me lembrar...


... que este blog comemora hoje o seu 4º aniversário!

Ele sorri...


... e há qualquer coisa que dispara cá dentro!


sábado, 15 de janeiro de 2011

Separados à nascença

Michael Ballack

Matt Damon