quinta-feira, 9 de março de 2017
quarta-feira, 8 de março de 2017
terça-feira, 7 de março de 2017
muito a propósito do dia de amanhã, disto de se ser mulher
ir à procura de uma mochila. comprar um bikini.
sexta-feira, 3 de março de 2017
[hashtag]jáparavascomisso!
#eatclean
#borasersaudável
#volumeabdominalfoiparaoespaço
#fitmom
#superação
#yeswecan
#burpees
#desafio
#quemdiriaqueelacorria
#admirávelmundonovo
todas as hashtags têm ido dar ao mesmo... por agora, aguentem-se, porque é o que há!
é que de inchado, atualmente, só tenho o ego. e sabe mesmo bem, caramba!
#borasersaudável
#volumeabdominalfoiparaoespaço
#fitmom
#superação
#yeswecan
#burpees
#desafio
#quemdiriaqueelacorria
#admirávelmundonovo
todas as hashtags têm ido dar ao mesmo... por agora, aguentem-se, porque é o que há!
é que de inchado, atualmente, só tenho o ego. e sabe mesmo bem, caramba!
quarta-feira, 1 de março de 2017
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017
cenas do bem
tarte de maçã: ovos, banana, maça, aveia, canela
(e coco ralado, opcional)
chips de couve kale
(tempero: sal, pimenta e alho em pó)
panquecas de aveia, ovo e banana
(a receita mais simples e infalível de panquecas saudáveis)
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
time for... repost #9
coisas que só as viagens nos imprimem nos sentidos
a cor e o cheiro do alto mar. a fontana di trevi ao virar da esquina. o
nascer do sol na savana africana. os labirintos do grande bazaar e os
aromas do bazaar das especiarias em istambul. jazz ao vivo em new
orleans. o calor do deserto do dubai. a imponência do duomo em florença.
o deleite de uma chocolateria artesanal em bruges. as cores do fundo do
oceano índico. o som da buzina de um barco no mississipi. o cheiro dos
limoeiros e das glicínias em capri. o sabor de uma pint de guiness
acabadinha de tirar. o toque frio de uma cobra em central park. a chuva
em la hulpe. baguettes em paris. os ecrans em times square. o chão de
mármore da catedral de milão. as cores das capolanas e os olhos doces
das crianças moçambicanas. o frio na barriga na subida ao empire state
building. as amendoeiras em flor do van gogh.
podia estar o dia todo nisto...
terça-feira, 21 de fevereiro de 2017
19 anos
foi o tempo que passou desde o nosso primeiro beijo, naquele restaurante na rua da
misericórdia. milhões de beijos, um casamento, dois filhos e dois cães depois,
tu continuas a ter a mesma doçura. sim, tu és doce. és um marido-bombom. um
pai-mel. um homem doce. mesmo que quisesses não podias esconder essa doçura,
porque ela não está nos teus olhos, mas no teu olhar (é um filtro com que
encaras a vida, ainda que às vezes tentes contrariá-lo).
é
uma doçura muito tua a que está lá de cada vez que me beijas ou me fazes rir.
sempre que arquitetas partidas “infantis”. no teu esmagador “sentido de
família”. nos bilhetinhos com que me alegras os dias, amiúde. na forma como
cuidas dos miúdos (aí, é doçura em estado líquido!) e de mim (caramba, tu és o
marido que se deita às tantas para validar as faturas pendentes que eu tinha no
último dia/horas do prazo legal para o fazer!). é a doçura com que
inconscientemente impregnas a tua forma de ser, de viver e de amar.
em
cada dia destes 19 anos gostei um bocadinho mais de ti, mesmo naqueles dias em
que não gostei. em que me zanguei. em que me frustrei. em que me senti sozinha.
em que o perigo do “dado por adquirido” se tornou consciente. nesses dias
também gostei um bocadinho mais de mim. de nós.
não
percebo o teu espanto quando te falo em ter mais filhos. porque para mim é
óbvio este desejo de ter mais filhos contigo. pelo pai que és, todos os dias. pelo
companheiro que és, no dia-a-dia. pelo homem que te tornaste.
tenho
vontade de mais filhos e tenho tantos outros desejos… como o de que a palavra
cumplicidade continue a definir este nosso caminho, meu amor.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
querem maior prova de amor?
um dia depois do tão proclamado dia do amor, o meu marido deu-me a derradeira prova de amor: ficou até às tantas no PC a validar-me as 141 faturas que eu tinha pendentes a escassas horas do término do prazo para o efeito. e nem me deu nas orelhas por não o ter feito, e olhem que eu bem merecia, porque não há maior calona que eu para este tipo de coisas. calona, desorganizada e naba.
se isto não é amor, então não sei o que será.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
"para ela nunca secar..."
para ti, que andas obcecado com esta música.
para nós, que de hoje a uma semana comemoramos 19 anos juntos.
a sair da casca (e o que eu gosto desta versão dele!)
prometi-lhe morangos a seguir ao jantar. mas ele terminou de comer antes de mim e eu ainda estava nas últimas garfadas quando de repente, com aquele vozeirão de homem com que às vezes já se expressa, me diz: "MÃE, ONDE É QUE ESTÃO OS MEUS MORANGOS?". ao que eu lhe respondi: "e as tuas boas maneiras, manel, onde estão?". ele adocicou-se, sorriu com os olhos, todo ele mel, mas em malandro e apontando para a garganta disse-me: "estão aqui. presas... não conseguem sair cá para fora". meu rico filho, que gosto dele de todas as maneiras e feitios... mas assim, argumentativo, fica ainda com mais pinta.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
às vezes não me reconheço
eu corri. primeira pessoa do singular do pretérito perfeito do verbo correr. e gostei.
eu corri, sem parar e a um ritmo jeitoso, três voltas (intercaladas com burpees, agachamentos, pranchas e sei lá que outros atos de tortura exercícios) a um quarteirão. e tive vontade de continuar. soube-me bem. até agradeci à professora ter-me posto a correr, porque se há uns tempos alguém me dissesse que eu iria fazer isto, eu rir-me-ia muito na cara dessa pessoa. há coisas incríveis e a capacidade (ainda que mínima) de nos superarmos é uma delas.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
onde é que se come uma boa baklava em Lisboa?
estava a ler ISTO e a perguntar-me...
(de avelã não conhecia, só de pistácio, mas não sou esquisita)
Um dia falo sobre saúde sexual e reprodutiva no blog. Hoje é o dia.
Em
primeiro lugar, porque me apetece. Depois, porque neste blog não há temas-tabu.
Começo
por esclarecer que este post NÃO É um post publicitário, NEM TÃO-POUCO
É um ensaio científico baseado em evidência sobre a temática em questão. Diz
somente respeito à minha experiência pessoal e à opinião que tenho atualmente
sobre estas coisas da contraceção e afins. Assim sendo, é apenas uma tentativa
de desconstruir ideias pré-definidas, discutir conceitos que damos como
adquiridos e, se estimular em quem o ler, uma fome de informação, já cumpriu
99,9% do seu propósito.
É
que em questões de saúde (como em muitas outras) informação é poder! Não
esperem que os médicos vos informem, porque essa não é a função deles. Estes
profissionais estão formatados para tratar/curar/resolver e balizados por
apertados (e obviamente necessários!) protocolos de atuação que os impedem de
ter uma prática clínica mais individualizada. Acredito que muitos se sintam
frustrados com este sistema, mas o facto de estarem conscientes disso já é um chega-pra-lá no paternalismo que ainda
tende a grassar na classe (cada vez menor, thanks
god!). Isto para dizer que cabe a cada um de nós fazer as perguntas certas,
procurar informação em fontes credíveis… É nisto que reside o tão desejável
empoderamento de cada um de nós, enquanto cidadãos. No caso da saúde, com
ganhos adicionais no nosso status de
saúde e na nossa qualidade de vida.
Mas
voltemos ao tema sobre o qual hoje me debruço: planeamento familiar,
contraceção, saúde sexual e reprodutiva. Se há tema importante para o bem-estar
emocional e físico de uma mulher é este, minha gente!
Mesmo
entre amigas, falamos de tanta coisa (roupas, gajos, relações), mas nunca
abordamos estas questões a fundo. À maior parte de nós foi-nos “oferecida” uma
pílula ali pelos finais da adolescência, altura em que visitamos pela primeira
vez o ginecologista e tendemos a iniciar a vida sexual. Nem nos questionamos
sobre o porquê ou acerca de eventuais alternativas. É assim porque sim! Foi assim
comigo. Até ao dia em que parei de tomar a pílula, quase 10 anos após ter
começado. Motivo: querer ter filhos. Tão simplesmente isto. E foi aí que
começaram todos os porquês.
“Então
mas a libido afinal é isto?”, “Ui, que eu nunca tinha sentido isto antes… e que
bem que sabe”, “Até tenho algumas dores da ovulação, mas ao menos já me aturo a
mim mesma e livrei-me daquelas alterações de humor completamente intoleráveis”. Pois
é minhas amigas (e amigos, se é que ainda me estão a ler, que este post não é
só para meninas!), é triste ter vivido toda uma vida até aos 30 sem noção de como se comporta e é suposto naturalmente comportar o
meu próprio corpo (sem hormonas)”. Percebi, com uma clareza por demais evidente,
que sou uma pessoa com pílula e outra diferente sem pílula. “Domesticada” é a
palavra que melhor descreve como me sinto.
Ontem
– depois de mais cinco anos a tomar a pílula e a maldizer a minha vida
sobretudo devido à falta de lbido e ao humor descontrolado aos altos e baixos
(há inclusivamente estudos que relacionam a toma da pílula à depressão), de uma
segunda gravidez e de uns quantos meses passados novamente “domesticada” – pus
um ponto final nesta minha história com a contraceção hormonal oral (pelo menos
para já, que nestas coisas nem NUNCA, nem SEMPRE!). Depois de me informar com
diferentes profissionais, conversar com amigas, ler sobre as diferentes
alternativas e colocar as questões certas à minha ginecologista/obstetra,
decidi (Eu! Não a médica! A isto se chama decisão informada!) colocar um
dispositivo intrauterino (DIU) de cobre (que é um método barreira, ou seja, não
hormonal). Claro que, à semelhança de qualquer método contracetivo, o DIU de
cobre não é isento de efeitos adversos, sendo que o mais comum é o aumento das
hemorragias menstruais, segundo a médica. Vamos ver como corre… Posso garantir
que, no meu caso – volto a frisar que esta é a minha experiência pessoal! –,
não senti a mínima dor ou desconforto na colocação (e olhem que ia cheiinha de
medo!). Quanto a efeitos adversos, espero para ver, tendo sempre em mente o
comentário da médica ontem na consulta, aquando da colocação do DIU: “daqui a
uns tempos está cá para tirar esse e por o Mirena®”.
Isto
porque a médica acha que os fluxos menstruais anormalmente abundantes (que até
podem não vir a acontecer) terão impacto na minha qualidade de vida. A título
de esclarecimento, o Mirena®
é um DIU hormonal que equivale à pílula da amamentação (Cerazette®), pelo que inibe a ovulação e a menstruação. Tem como
efeito secundário mais comum o inchaço abdominal, mas os efeitos habitualmente
associados à contraceção hormonal oral são muito menores devido à via de
administração (o que também acontece com o anel e o adesivo, ambos hormonais).
Nota: A colocação do DIU não
está indicada para quem nunca esteve grávida, pariu ou foi mãe. O único método
barreira, nesse caso, continua a ser o preservativo (masculino ou feminino).
Espero
que esta minha partilha (reafirmo, PESSOAL!) vos inspire a “empoderarem-se”
neste ou noutro sentido, aliás, no sentido que fizer mais sentido (passo o
pleonasmo) para vós!
Eu
consegui que uma ginecologista/obstetra me dissesse, com todas as letras, que
na fase da vida em que me encontro as hormonas associadas à contraceção não me
conferem qualquer benefício em termos de saúde. Acreditem que isto é
revolucionário! Para mim, já é uma vitória (embora isto não seja uma guerra,
atenção!). Mas, acredito que é assim que se mudam mentalidades e se vão desconstruindo “verdades”
instituídas!
Sejam
responsáveis por vocês, porque mais ninguém o vai ser. Informem-se. Conversem. Partilhem. Cuidem-se. Porque (ainda!)
somos nós que mandamos no nosso corpo.
(o marketing e imagem do DIU ultrapassa-me, confesso... não consigo decidir se é bom ou se é mau)
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
terça-feira, 31 de janeiro de 2017
segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
janeiro é mês de #gettingthingsdone
marquei as férias. tenho agendadas consultas de rotina em três especialidades. dei mega arrumação no quarto dos miúdos e na sala. tenho trazido almoço de casa todos os dias.
e hoje de manhã... tchã, nãaaa, nãaaa, nãaaaaaaaaaaaaa... hoje de manhã, inscrevi-me em aulas de exercício físico (pós pós-parto). para já uma vez por semana, mas pouco é melhor do que nada, certo?
só me falta validar as faturas no site das finanças... mas amanhã ainda é janeiro.
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